Sextante apresenta jazz contemporâneo e ritmos caiçaras em show gratuito hoje, 11/12, na Casa da Cultura de Paraty.
Show reúne jazz, carimbó e influências latino-americanas
O grupo instrumental Sextante, liderado pelo saxofonista franco-brasileiro Jérôme Charlemán, se apresenta hoje, 11/12, na Casa da Cultura de Paraty. A apresentação gratuita destaca a força da música brasileira contemporânea em diálogo com o jazz, o carimbó e as tradições caiçaras.Com repertório 100% autoral, o Sextante constrói uma atmosfera que entrelaça jazz contemporâneo, rock fusion, samba caribenho, carimbó, ciranda caiçara e referências latino-americanas. A cantora Manu Cavalaro participa do show, somando presença cênica e força interpretativa.A proposta vai além da fusão de estilos, pois transforma paisagens, memórias e culturas locais em música. As tradições caiçaras surgem ampliadas pelo diálogo com o jazz contemporâneo, criando uma experiência imersiva marcada por improvisos e arranjos pulsantes.O show integra o ciclo de circulação do grupo, realizado com apoio do Programa Funarte Aberta e contemplado pelo edital Fluxos Fluminenses RJ, com recursos do Governo Federal – Ministério da Cultura e do Governo do Estado do Rio de Janeiro – Secretaria de Cultura e Economia Criativa.
Sobre o Sextante
Criado em 2022, o Sextante reúne músicos com forte diálogo com a cena instrumental brasileira, em especial a produção cultural da Costa Verde. A formação inclui Jérôme Charlemán, Rhandal Oliveira, Jonathan Andreoli, Franco Lorenzon, Rogel Junior e Henrique Rosseto.O grupo transita entre rock fusion, samba caribenho, jazz, soul, bossa e ritmos da ciranda de Paraty. O repertório traz homenagens ao mestre Matias Capovilla, referência para a identidade musical do Sextante.Um dos momentos mais celebrados do show é a entrada de Manu Cavalaro, que interpreta Couleur Café, de Serge Gainsbourg, em versão brasileira.Em 2023, o Grupo Sextante venceu o Prêmio Rádio MEC 100 anos nas categorias Melhor Composição e Melhor Intérprete por Artemis, que une jazz e ciranda paratiense.
A música como experiência humana e coletiva
O grupo nasce do encontro entre trajetórias maduras e diversas. Seus integrantes acumulam passagens por festivais nacionais e internacionais, turnês e projetos socioculturais. A música é entendida como ponte entre sensibilidades e territórios.“Buscamos um som popular, capaz de atingir o máximo de pessoas em cada canção, em cada apresentação”, afirma Jérôme Charlemán.
Compromisso com acessibilidade
A circulação do Sextante reafirma o compromisso com acessibilidade atitudinal, comunicacional e arquitetônica. Os conteúdos digitais incluem audiodescrição e legendas.
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