A estreia de Cíntia Chagas na ficção chega à Bienal do Livro SP com contos sobre desejo, liberdade e contradições nas relações contemporâneas.
Com olhar direto sobre afetos e conflitos, Cíntia Chagas marca presença na Bienal do Livro SP, no Distrito Anhembi, em duas datas — 7 e 12 de setembro — com uma agenda que mistura lançamento literário e debates sobre o universo feminino.
No dia 7 de setembro, a autora participa de dois encontros. Às 11h, integra a mesa “Ficção e as dores femininas”, no estande da Amazon, discutindo a literatura como espaço de elaboração das experiências das mulheres. À noite, às 19h30, sobe ao palco da Arena Principal com “Mulheres sem filtro”, ao lado de Marcela Ceribelli e Ryane Leão.
“Estar na Bienal do Livro de SP como autora de ficção é a realização de um sonho.”
É nesse segundo encontro que ganha destaque o lançamento de “Sexo, amor e hipérboles”, obra que marca sua entrada na ficção. O livro reúne 30 contos eróticos que exploram desejos, segredos e dilemas morais, com prefácio de Sonia Rodrigues. As narrativas apostam em finais inesperados e mantêm o humor que consolidou sua trajetória como comunicadora.
Entre desejo, julgamento e liberdade
Os debates do dia 7 giram em torno de temas recorrentes na obra da autora: amor, sucesso, solidão e vulnerabilidade. A proposta é discutir como expectativas sociais e regras invisíveis influenciam escolhas e percepções sobre as mulheres.
Após ambas as mesas, haverá distribuição de senhas para sessões de autógrafos.
Novo encontro amplia debate sobre misoginia
A programação segue no dia 12 de setembro, às 19h30, no Salão de Ideias. Cíntia Chagas participa da mesa “Misoginia e a prateleira do amor”, ao lado da psicóloga e escritora Valeska Zanello.
O debate parte das reflexões presentes em “A dor comum”, livro recém-lançado em coautoria com Manuela D’Ávila, e na obra de Valeska sobre gênero e emoções. A conversa propõe discutir dores compartilhadas, direitos e construções sociais que atravessam a experiência feminina.
Trajetória mistura ensino, mídia e literatura
Formada em Letras pela UFMG, Cíntia Chagas construiu carreira como especialista em comunicação, com mais de 150 mil livros vendidos e forte presença nas redes sociais. Em 2026, amplia sua atuação com novos lançamentos e participação no quadro “Calma, que eu explico”, no Domingo Espetacular, da Record.
Sua produção literária e presença pública dialogam com temas como comportamento, linguagem e relações humanas, agora aprofundados na ficção.
Serviço
- Cíntia Chagas na Bienal do Livro SP
- Local: Distrito Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo – SP
- 7 de setembro
- Mesa “Ficção e as dores femininas” – 11h – Estande da Amazon
- Mesa “Mulheres sem filtro” – 19h30 – Arena Principal
- 12 de setembro
- Mesa “Misoginia e a prateleira do amor” – 19h30 – Salão de Ideias


