A fusão entre a cultura da escrita e o luxo funcional completou um século com uma ocupação imersiva em Nova York que uniu tradição artesanal e design contemporâneo.
Durante a New York Fashion Week, a Montblanc celebrou o centenário de sua linha de artigos de couro em uma recepção no Crane Club, espaço com estética Art Déco que serviu de cenário para uma experiência multissensorial. A ambientação integrou referências históricas e propostas visuais contemporâneas, acompanhadas por uma seleção musical assinada pela produtora Honey Dijon.
Inspirado no conceito clássico do gabinete de curiosidades, o design une a intimidade criativa da escrivaninha de um escritor à tradicional maestria na arte da marroquinaria.
O percurso da celebração começou com uma instalação ampliada da pasta Writing Traveler. A peça foi concebida com divisórias pensadas para itens de uso pessoal e criativo, incluindo instrumentos de escrita, cadernos, relógio e pequenos acessórios em couro, operando como uma estação de trabalho móvel voltada para o deslocamento diário.

Estação de criação e escrita manual
No interior do evento, os convidados tiveram acesso à estação Montblanc Desk, desenvolvida pelo Diretor Artístico Marco Tomasetta, onde pequenos itens em couro podiam ser personalizados no momento. Ao lado, uma área reservada para correspondência disponibilizou cartões-postais e canetas para o envio de mensagens manuscritas aos presentes.
O encontro em 8 de setembro reuniu embaixadores e convidados da marca, com presenças de Alexandra Daddario, Jamie Campbell Bower, Rupert Friend, Paul Anthony Kelly, Seo Kangjun, Kerem Bürsin e Alfonso Herrera, além de Bianca Brandolini, Carlo Sestini, Kyra Kennedy, Erica Pelosini, Olympia of Greece e Giorgio Sarné.

Origem funcional desde 1926
A produção em couro da casa teve início em 1926, impulsionada pelo avanço dos transportes e pela necessidade de proteger instrumentos de escrita fora dos gabinetes fixos. Os primeiros estojos surgiram para viabilizar viagens marítimas e terrestres sem riscos aos materiais.
Essa proposta utilitária passou por novas leituras a partir de 2021 com a entrada de Marco Tomasetta na liderança criativa, mantendo a interlocução entre o artesanato clássico de marroquinaria e as demandas de mobilidade contemporâneas.








