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150 obras reescrevem o modernismo brasileiro em SP

A Blombô reúne mais de 150 obras e R$ 8 milhões em acervo na exposição Modernismos Plurais, que vai além da Semana de 1922.

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Entre os dias 20 e 24 de abril, a galeria da Blombô em São Paulo recebe a exposição Modernismos Plurais, uma mostra que reúne mais de 150 obras e propõe uma leitura expandida do modernismo no Brasil. O conjunto atravessa diferentes momentos da arte brasileira, articulando produções históricas e contemporâneas em um acervo estimado em cerca de R$ 8 milhões.

A exposição antecede o 142º leilão da plataforma on-line da Blombô, agendado para o dia 25 de abril, às 11h. A iniciativa posiciona a mostra não apenas como um evento expositivo, mas como uma porta de entrada para um dos mais expressivos leilões de arte da temporada.

Para além de 1922

Um dos pontos centrais de Modernismos Plurais é o questionamento do modernismo como um movimento de eixo único. A mostra evidencia como o movimento se desdobrou em diferentes vertentes, superando a narrativa que concentra tudo ao redor da Semana de Arte Moderna de 1922. Ao incluir produções contemporâneas ao lado de obras históricas, a exposição amplia o debate sobre o que significa ser moderno na arte brasileira.

Tarsila e a fase Pau-Brasil

Entre os destaques da mostra, Tarsila do Amaral representa a face mais emblemática do modernismo inaugural brasileiro. Seus desenhos da década de 1920, pertencentes à fase Pau-Brasil, revelam a busca por uma identidade nacional a partir de temas como o Carnaval e a cultura popular. Associada ao eixo Rio–São Paulo, a artista sintetiza o espírito de ruptura e reinvenção que marca aquele período.


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150 obras reescrevem o modernismo brasileiro em SP
Foto: Divulgação
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