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Encontro à Dança leva clássicos e formação gratuita ao palco

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Clássicos do balé e formação gratuita se encontram em uma programação que conecta palco, bastidores e novos públicos em cinco dias dedicados à dança.

O Tokio Marine Hall recebe, de 13 a 17 de julho, a 5ª edição do Encontro à Dança, projeto que reúne espetáculos e atividades formativas com acesso gratuito. As apresentações acontecem nos dias 14 e 16 de julho, às 20h, com retirada de ingressos pela Ticketmaster, enquanto as oficinas se distribuem ao longo da semana mediante inscrição por e-mail.

O programa combina repertório clássico e criações contemporâneas. Entre os destaques, o segundo ato de O Lago dos Cisnes, com a São Paulo Companhia de Dança, e uma suíte de Dom Quixote, interpretada pela Cia Jovem Basileu França.

O projeto aproxima artistas, estudantes e públicos diversos ao integrar espetáculos e formação em uma mesma experiência.

O elenco reúne nomes que atuam em companhias internacionais, como Davi Ramos, primeiro bailarino negro a alcançar o posto principal no The Australian Ballet, e Bianca Teixeira, integrante do Semperoperballett, na Alemanha. A proposta amplia o diálogo entre trajetórias brasileiras e o circuito global da dança.

Entre o clássico e o contemporâneo no mesmo palco

A programação inclui ainda grupos como Ecco Cia de Dança, Cia Ballet de Cegos Fernanda Bianchini, Contextos Companhia de Dança, Casa da Dança Tati Sanchis, Grupo Fama, Faces Ocultas Cia de Dança, Galpão 1 Cia de Dança e Studio Sabrina Olímpio. As apresentações se dividem entre palco principal e externo, ampliando a ocupação do espaço.

No dia 14, o repertório passa por obras como Íris, Pedras Plantas Criaturas e criações em espaços abertos. Já no dia 16, a programação inclui trabalhos da Cia Ballet de Cegos Fernanda Bianchini, além de Dom Quixote e peças assinadas por diferentes coreógrafos convidados.

Formação gratuita e acessível como eixo do projeto

Além dos espetáculos, o evento promove oficinas de balé clássico, jazz, danças urbanas, contemporânea e de salão. As atividades são conduzidas por profissionais com trajetória reconhecida e contam com recursos de acessibilidade, como Libras, audiodescrição e legendas.

Idealizado por Júlio César, da JC Produções Artísticas, o projeto surgiu em 2018 com foco na troca entre diferentes gerações da dança. Nesta edição, a direção artística é de Gisele Bellot e a curadoria de Marcela Benvegnu, reunindo companhias de várias regiões do país.

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