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Epierj leva oficinas gratuitas de jongo e cultura a 4 cidades do RJ

Epierj leva oficinas gratuitas de jongo e cultura a 4 cidades do RJ

A Escola de Patrimônio Imaterial do RJ expande para Niterói, Volta Redonda, Madureira e Magé com 200 oficinas gratuitas de cultura e economia criativa em abril.

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A Escola de Patrimônio Imaterial do Estado do Rio de Janeiro (Epierj) amplia sua atuação em abril com uma nova rodada de oficinas gratuitas em escolas públicas e espaços parceiros de Magé, Madureira, Niterói e Volta Redonda. A iniciativa reforça o compromisso do projeto com a circulação de saberes culturais em territórios de vulnerabilidade social.

As atividades são divididas entre duas frentes: Patrimônio Imaterial e Empreendedorismo e Economia Criativa. A proposta mantém práticas culturais vivas pela oralidade e pelo fazer coletivo, enquanto forma profissionalmente jovens dentro de seus próprios territórios.

PRONASCI 2 financia expansão para novos territórios

Esta etapa conta com patrocínio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio do edital do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI 2). Além de fortalecer os núcleos já existentes em Madureira e Magé, o projeto chega a três novos territórios: Niterói, Volta Redonda e Barra Mansa.

Ao longo de dez meses, serão realizadas 200 oficinas gratuitas de patrimônio imaterial e economia criativa em escolas municipais situadas em áreas de vulnerabilidade social. A realização é do Centro de Referência e Estudos Afro-brasileiros do Sul Fluminense (CREASF), em parceria com o Instituto Floresta.

Cultura como enfrentamento à violência

Em abril, o público em geral pode participar gratuitamente de oficinas de capoeira, jongo, danças populares, dança afro, tranças afro e pintura artística em telhas. Para Rodrigo Nunes, coordenador do núcleo de Madureira, a ampliação vai muito além do calendário cultural.

“Na Companhia de Aruanda, que integra a Escola de Patrimônio Imaterial e é responsável pelo núcleo Madureira, a gente recebe essa ampliação com muita alegria. Entendemos a cultura como uma força real de contribuição para a educação e também para o enfrentamento da violência nos territórios. Quando ampliamos oficinas, turmas e possibilidades de participação, estamos oferecendo mais do que atividades culturais: estamos fortalecendo a autoestima, valorizando a cultura local e criando outros caminhos para a juventude, especialmente para a juventude negra, periférica e favelada.” — Rodrigo Nunes, coordenador do núcleo Madureira da Epierj

Ao longo do ano, a Epierj promoverá ações abertas e formações voltadas às comunidades e às escolas, mantendo sua vocação de espaço de memória viva, troca de conhecimentos e construção coletiva.


Serviço

Madureira

Niterói

Volta Redonda

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Foto: Divulgação
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