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Exposição Estanciar conecta memórias familiares e arte em Niterói

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Heranças familiares, afetos cotidianos e saberes passados entre gerações ocupam as paredes de um centro cultural em São Domingos na mostra coletiva Estanciar.

As narrativas que entrelaçam o espaço doméstico e os ensinamentos transmitidos no dia a dia servem como eixo principal para as obras reunidas na mostra. A proposta convida o visitante a desacelerar e observar registros sensíveis sobre cuidado, celebração e memórias compartilhadas que sobrevivem ao tempo.

Histórias em conserva que tecem conexões entre o doméstico, o afeto e as heranças coletivas, transmitidas de mão em mão através de gerações.

Exposição Estanciar conecta memórias familiares e arte em Niterói
Foto: Divulgação

Diálogos entre processo criativo e novas linguagens

A exposição apresenta trabalhos de Bea Machado, Bari ATSA, Isabel da Cruz, João Obam, Monique Serenado e Victoria Carvalho. O projeto marca a conclusão das atividades formativas Além do Ateliê e Por Trás do Cavalete, formações conduzidas entre julho e agosto pela curadora Ana Paula Lourenço ao lado de Bea Machado.

A produção artística reunida reflete transições importantes na trajetória do grupo de expositores. Entre as referências do coletivo, Bea Machado carrega no currículo criações visuais apresentadas em apresentações e palcos de nomes da música brasileira como Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho.

Exposição Estanciar conecta memórias familiares e arte em Niterói
Foto: Divulgação

Encontros com o público e encerramento

Além da visitação aberta às obras, o espaço programou encontros para aproximar o público do pensamento dos criadores. As ações formativas e comemorativas distribuem-se ao longo das semanas de cartaz na Casa 264, encerrando o ciclo com visita mediada e debate sobre o ofício artístico.

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