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Indígenas, cinema e dança: o que o Bem Bahia traz nesta quinta

Indígenas, cinema e dança: o que o Bem Bahia traz nesta quinta

Aldeia Kariri-Xocó, filmes baianos no Panorama e 40 anos de Jorge Silva estão no Bem Bahia desta quinta (16), às 19h30, na TVE.

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Bem Bahia mergulha na diversidade cultural do estado

O Bem Bahia, programa da TVE, dedica sua edição desta quinta-feira (16) a três histórias que revelam a riqueza étnica e criativa da Bahia. São reportagens sobre resistência indígena, audiovisual e dança — cada uma com raízes profundas no território baiano.

Aldeia Kariri-Xocó: ancestralidade viva em Entre Rios

Nas proximidades da rodovia BA-506, em Entre Rios, a Fazenda Burí abriga há cerca de três anos a Aldeia Multiétnica Kariri-Xocó. O espaço funciona como núcleo de resistência e preservação da ancestralidade indígena. O programa conversa com o cacique Paruanã sobre origem, relação com o território e identidade.

A reportagem também mostra a produção de artesanato, principal base da economia local, além de cânticos, danças sagradas e a escola municipal que atende a população da aldeia.

Audiovisual baiano em destaque no Festival Panorama

A 21ª edição do Festival Internacional Panorama Coisa de Cinema levou 130 filmes às salas de Salvador e Cachoeira. Entre eles, oito longas e 20 curtas-metragens produzidos na Bahia mostram a vitalidade do audiovisual local. Reconhecido como o festival de cinema mais antigo do estado, o Panorama reúne realizadores jovens, independentes e nomes consagrados.

A equipe do Bem Bahia conversa com diretores das obras baianas para entender o cenário atual da produção audiovisual no estado.

Jorge Silva celebra 40 anos com Trilogia da Vida

Em 2026, o coreógrafo e educador Jorge Silva completa quatro décadas de trajetória artística. Para celebrar, leva aos palcos da capital baiana o espetáculo Trilogia da Vida, que reúne três criações marcantes: “Acúmulo de Desejos” (2002), “Em breve, espaço curto de tempo” (2004) e “Palafitas” (2005).

As apresentações colocam a periferia no centro da cena e reafirmam o corpo como arquivo vivo de memórias e sobrevivências. A programação comemorativa inclui ainda o lançamento da segunda edição do livro “Eu matei minha mãe, tantas vezes que não conseguiria contar todas as versões”, de autoria do fundador da Cia. de Dança Jorge Silva.

As apresentações colocam a periferia no centro da cena e reafirmam o corpo como arquivo vivo de memórias e sobrevivências.

O Bem Bahia traz um bate-papo com o coreógrafo durante os preparativos para uma das apresentações de “Palafitas”.


Serviço

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Foto: Divulgação
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