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Joanna revisita clássicos da MPB em show único em Belo Horizonte

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Com mais de quatro décadas de carreira, Joanna sobe ao palco em Belo Horizonte para revisitar canções que marcaram diferentes gerações da música brasileira em um espetáculo centrado na memória afetiva e na força da interpretação.

O espetáculo “Joanna Canta Clássicos da MPB” acontece nesta sexta-feira, 14 de agosto de 2026, às 20h30, no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas. O repertório reúne músicas da trajetória da artista e versões de obras assinadas por compositores como Roberto Carlos, Moraes Moreira, Caetano Veloso, Lulu Santos, Chico Buarque e Guilherme Arantes.

Ao longo de aproximadamente 90 minutos, a cantora conduz o público por sucessos que atravessaram décadas e seguem presentes no repertório popular brasileiro. A proposta do show aposta em arranjos intimistas e interpretações centradas na emoção das letras e melodias.

“Joanna Canta Clássicos da MPB” reúne canções que seguem vivas na memória afetiva do público brasileiro.

Uma trajetória ligada à música romântica

Nascida no bairro do Méier, no Rio de Janeiro, Joanna iniciou sua relação com a música ainda na infância, incentivada pela família. Filha do violonista Joaquim e da dona de casa Marietta, começou a escrever poemas e canções cedo e ganhou o primeiro violão aos 12 anos.

Antes do reconhecimento nacional, participou de festivais no interior fluminense e trabalhou como backing vocal em conjuntos de baile e casas noturnas. Aos 17 anos, venceu o programa “A Grande Chance”, da TV Tupi, interpretando a canção “Última Forma”, resultado que abriu caminho para o contrato com a gravadora RCA.

O primeiro LP, “Nascente”, lançado em 1979, vendeu cerca de 80 mil cópias e apresentou ao público músicas como “Descaminhos”. Na mesma década, Joanna participou do especial “Mulher 80”, da Rede Globo, ao lado de artistas como Elis Regina, Maria Bethânia, Simone, Rita Lee e Gal Costa.

Canções que atravessam gerações

Ao longo da carreira, Joanna consolidou-se como uma das principais intérpretes da música romântica brasileira. Além de cantora, também assinou composições gravadas por nomes como Cauby Peixoto, Ângela Maria, Simone e Emílio Santiago.

O espetáculo em Belo Horizonte reforça essa conexão entre repertório clássico e diferentes gerações de ouvintes. A apresentação também evidencia o papel da capital mineira como uma das cidades com agenda cultural mais ativa do país, recebendo artistas de diferentes segmentos da música brasileira.

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