- 3º prêmio no Salão Nacional de Arte Jovem de Santos, em 1984.
- 2º prêmio no Salão PIRELLI de Brasília, em 1985.
- 1º lugar no Movimento de Arte de Ribeirão Preto-SP, em 1986.
- 1º lugar no Salão de Arte Listel/Telegoiás, em 1989.
- Viagem a Paris como premiação da Bienal Nacional de Goiás, em 1990.
- 3º lugar no Salão Anapolino, em 1991.
- Prêmio de aquisição no IV Salão Brasileiro de Arte da Fundação Mokiti Okada, em São Paulo.
- Assunto: Exposição | “Nonatto Coelho 4 Décadas de Arte”
- Quando: sexta-feira (17/04), às 19h
- Onde: Espaço Cultural Nonatto Coelho (Rua Alice Bento Xavier Teixeira, Qd. 13, lote 29, Panorama Park, Inhumas-GO)
- Mais informações: @nonatto_coelho_
- Entrada franca
- 3º prêmio no Salão Nacional de Arte Jovem de Santos, em 1984.
- 2º prêmio no Salão PIRELLI de Brasília, em 1985.
- 1º lugar no Movimento de Arte de Ribeirão Preto-SP, em 1986.
- 1º lugar no Salão de Arte Listel/Telegoiás, em 1989.
- Viagem a Paris como premiação da Bienal Nacional de Goiás, em 1990.
- 3º lugar no Salão Anapolino, em 1991.
- Prêmio de aquisição no IV Salão Brasileiro de Arte da Fundação Mokiti Okada, em São Paulo.
- Assunto: Exposição | “Nonatto Coelho 4 Décadas de Arte”
- Quando: sexta-feira (17/04), às 19h
- Onde: Espaço Cultural Nonatto Coelho (Rua Alice Bento Xavier Teixeira, Qd. 13, lote 29, Panorama Park, Inhumas-GO)
- Mais informações: @nonatto_coelho_
- Entrada franca
Serviço

Com obras de várias fases da carreira, exposição de Nonatto Coelho abre em Inhumas com entrada franca e recursos de acessibilidade.
A mostra “Nonatto Coelho 4 Décadas de Arte” será inaugurada na sexta-feira (17/04), às 19h, no Espaço Cultural Nonatto Coelho, em Inhumas. A visitação é gratuita e segue até 10 de maio. Além disso, a exposição oferece acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva.
Com curadoria de Sanatan, apontado no release como precursor do Naturalismo em Goiás, a exposição celebra a permanência da arte na vida humana, das cavernas aos dias atuais. Para esta edição, o público encontrará telas, objetos e uma instalação de gravura sobre fotografias, linguagem que marcou a trajetória do artista visual.
Esse trabalho ganhou circulação internacional entre 1999 e 2002, com apresentações em Atenas, Bolonha e Itália, segundo as informações divulgadas pela produção. Assim, a mostra em Inhumas também recupera um capítulo importante da presença de Nonatto Coelho fora do Brasil.
Nonatto Coelho e quatro décadas de produção
Ao longo de quatro décadas de atuação ininterrupta, Nonatto Coelho realizou exposições no Brasil e no exterior. O artista associa esse percurso à sua estreia profissional no V Salão Nacional de Arte, realizado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1982.
“Celebro quatro décadas de trajetória artística, desde a minha primeira participação profissional no V Salão Nacional de Arte, realizado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 1982”, explica o artista.
Em outro momento, o artista afirma que o tempo passa rápido quando se faz o que se gosta. Por isso, a nova exposição surge também como um convite à reflexão sobre o que foi construído ao longo dos anos.
“Espero que a minha produção possa despertar questionamentos em quem se dispuser a comparecer para ver de perto, parte dessa produção nas últimas décadas. Acredito sempre que o melhor ainda está por vir, mas para o momento coloco na mesa o que foi possível realizar, com muito prazer”, afirma Nonatto Coelho.
A exposição tem patrocínio da Lei Aldir Blanc, do Ministério da Cultura. O conjunto reúne pinturas que representam diferentes fases do percurso artístico de Nonatto Coelho. Ao mesmo tempo, funciona como um recorte da mostra apresentada em janeiro deste ano no MAG – Museu de Arte de Goiânia.
Nesta versão, foram incluídas também obras pintadas especialmente no período em que o artista viveu na Grécia. Com isso, a seleção amplia o diálogo entre memória, deslocamento e amadurecimento estético.
História de Nonatto Coelho
Natural de Montalvânia, em Minas Gerais, Nonatto Coelho desenha desde criança. A pintura com pincel começou de forma efetiva aos 18 anos. Já aos 19, ele se inscreveu em um concurso de arte em sua cidade, o GREMI, e foi selecionado, ao lado de Cleber Gouvêa e Carlos Sena, para representar Goiás no V Salão Nacional de Arte Moderna, em 1982.
A mostra promovida pela FUNARTE aconteceu no MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Depois disso, o artista consolidou uma trajetória contínua, marcada por participações e premiações em diferentes salões de arte no país.
Serviço
