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Seba Calfuqueo tensiona a mercantilização da água na ArtRio

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A disputa política, mercantilista e colonial em torno dos recursos naturais ganha centralidade estética na Marina da Glória com a chegada da obra cerâmica de Seba Calfuqueo à capital fluminense.

A reflexão sobre os recursos naturais é um tema importante e recorrente no trabalho da artista, pautado na reflexão crítica sobre a ordem social e colonial.

A investigação visual proposta pela Galeria Marilia Razuk para o evento reúne trabalhos voltados a confrontar as tensões do tempo presente. O principal destaque da seleção é o conjunto cerâmico “Mercado de Águas”, criado por Seba Calfuqueo e exibido na Bienal de Bogotá de 2025. A artista chilena articula dimensões territoriais e ecológicas a partir de uma abordagem multidisciplinar que cruza raça, gênero, feminismo e teoria queer.

Seba Calfuqueo tensiona a mercantilização da água na ArtRio
Foto: Filipe Berndt

Tensões territoriais e múltiplos suportes

O percurso curatorial no espaço do Rio de Janeiro expande o debate socioambiental ao incorporar múltiplos suportes, incluindo pintura, escultura e fotografia. A composição do acervo aposta na sobreposição de diferentes gerações de artistas, construindo pontes diretas entre paisagem, memória coletiva e vivência contemporânea.

Com trajetória superior a três décadas no mercado nacional de arte e sedes ativas na capital paulista, o espaço fundado por Marilia Razuk estrutura a sua participação na feira estabelecendo diálogos entre criadores consagrados e nomes emergentes da cena brasileira e internacional.

Seba Calfuqueo tensiona a mercantilização da água na ArtRio
Foto: Filipe Berndt

Serviço


Seba Calfuqueo tensiona a mercantilização da água na ArtRio
Foto: Filipe Berndt
Seba Calfuqueo tensiona a mercantilização da água na ArtRio
Foto: Filipe Berndt
Seba Calfuqueo tensiona a mercantilização da água na ArtRio
Foto: Filipe Berndt
Seba Calfuqueo tensiona a mercantilização da água na ArtRio
Foto: Filipe Berndt
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