A Fórmula 1 estreia em 2026 uma era de motores híbridos avançados, combustível sustentável e novo equilíbrio no grid, com Russell líder das apostas.
O GP da Austrália, no dia 8 de março, marca o início da temporada mais transformadora da história recente da F1. O novo regulamento técnico elimina o MGU-H, amplia a participação elétrica para quase 50% das unidades de potência e introduz combustível 100% sustentável.
Essas mudanças prometem alterar radicalmente o equilíbrio entre as equipes, favorecendo disputas mais próximas e abrindo espaço para surpresas. A Mercedes chega como favorita, com 36% de chances de vencer o Mundial de Construtores, segundo a Betfair.
Russell desponta como principal favorito
Com 25% de chances de conquistar o título mundial, George Russell lidera as projeções à frente de Max Verstappen (18%) e Charles Leclerc (12%). Hamilton, Antonelli, Norris e Piastri completam o grupo dos principais candidatos.
Novos tempos: Audi, Cadillac e um brasileiro no grid
A F1 2026 também marca a entrada de duas novas fabricantes: Audi e Cadillac. A equipe alemã inscreve Nico Hülkenberg e o brasileiro Gabriel Bortoleto, de 21 anos, como aposta de longo prazo na era elétrica. Já a Cadillac estreia com Sergio Pérez e Valtteri Bottas.
Bortoleto surge com menos de 1% de chances ao título, mas com 25% de probabilidade de pontuar em sua primeira corrida. No duelo interno com Hülkenberg, tem 41% de chances de terminar à frente do alemão ao fim do campeonato.
GP da Austrália deve definir primeira hierarquia
Para a corrida de abertura no Albert Park, Russell também lidera as probabilidades: 28% de chance de vitória, contra 17% de Verstappen e 14% de Leclerc. O desempenho em Melbourne será o primeiro retrato da nova hierarquia técnica e do impacto do regulamento mais verde e competitivo da história da F1.
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