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Alma Talks debate impacto das telas, vínculos e luto em encontros

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Reflexões sobre a aceleração do cotidiano, a dependência tecnológica na infância e os caminhos da autenticidade ganham os palcos em encontros que aproximam pensadores, médicos e psicanalistas do público.

A infância sequestrada pelas telas

A discussão em torno dos desafios contemporâneos abre espaço para questionar como as famílias lidam com o excesso de dispositivos digitais. No dia 23 de setembro de 2026, o pediatra Daniel Becker e o escritor Ilan Brenman sobem ao palco do Teatro Clara Nunes para abordar alternativas práticas à hiperconexão precoce, incentivando acordos familiares, o adiamento do primeiro celular e o resgate da brincadeira livre.

Alma Talks debate impacto das telas, vínculos e luto em encontros
Foto: Divulgação

Construção de vínculos e o reflexo do outro

A busca por validação externa e a dinâmica das relações afetivas entram em pauta com os psicanalistas Ana Suy e Christian Dunker no dia 27 de setembro de 2026, no Ribalta Eventos. O encontro investiga as fronteiras entre intimidade, desejo e a necessidade do olhar alheio para a consolidação da própria identidade, articulando conceitos teóricos com vivências comuns.

Mais adiante, os ensinamentos do Zen entram em cena com Monja Coen, em 20 de outubro de 2026, novamente no Teatro Clara Nunes. A proposta gira em torno da coragem exigida para sustentar a própria verdade, encarar receios e desconstruir expectativas impostas socialmente.

Memória, rotina e elaboração das perdas

A percepção da rotina e a passagem acelerada do tempo ganham atenção no dia 12 de novembro de 2026 com a jornalista e escritora Natália Sousa, no Teatro dos 4. O foco recai sobre a tendência de transformar as vivências diárias em acúmulo mecânico de funções, defendendo a pausa e a celebração consciente para consolidar memórias.

O ciclo se encerra no dia 17 de dezembro de 2026 com a médica Ana Claudia Quintana Arantes, no Teatro Città. A médica aborda o processo de luto a partir do acolhimento e da preservação dos laços afetivos, demonstrando caminhos para a continuidade da vida e a convivência saudável com a ausência.

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