No coração do sábado de carnaval, o Bloco Maria Baderna celebra 13 anos com cortejo vibrante, alegorias ousadas e bateria que ocupa as ruas de Contagem como direito cultural.
Origem rebelde do bloco
Fundado em 2013 por Camila Polatscheck e Hugo Honorato, o Bloco Maria Baderna nasceu de uma ocupação urbana com arte. Ele desafia a folia vazia nos dias oficiais em Contagem.
O nome homenageia a bailarina italiana Marietta Maria Baderna. No século XIX, ela misturou balé clássico a danças afro-brasileiras como o lundu. A elite reagiu com fúria, criando o termo “baderna”.
Todo mundo que acaba conhecendo a história da Maria Baderna fica apaixonado com o bloco quase que imediatamente.
Camila Polatscheck, fundadora, destaca essa ousadia como essência do grupo.
Alegorias e ritmos que unem
O desfile reúne 100 participantes. Inclui bateria de 50 ritmistas em 2025, bonecos, estandartes de Randolpho Lamonier e um bandeirão gigante sobre a percussão.
O repertório funde rock, samba, reggae e marchinhas. Reflete a mistura cultural da bailarina inspiradora.
Política nas ruas
Com tom político, o bloco aborda pautas atuais no cortejo. Mantém a resistência cultural em Contagem, apesar de desafios como logística e falta de patrocínios.
Atividades anuais incluem aulas de percussão e o Arraial da Baderna, na quarta edição em 2026.
Ensaios
Quartas – 19h – Praça da Jabuticaba
Sábados – 14h – Praça da Jabuticaba
Serviço: Desfile
Data: 14 de fevereiro
Horário: concentração às 13h | cortejo a partir das 14h
Local: Praça Tiradentes
Percurso: Praça Tiradentes até Praça da Jabuticaba
Encerramento: 20h
Foto: Felipe Pedrosa/Divulgação


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