O saibro de Roland-Garros, um dos elementos mais icônicos do tênis mundial, deixou as quadras e assumiu protagonismo em um dos espaços mais comentados de Paris durante o torneio. Criado pela Stella Artois, o Clay Bar transformou a superfície tradicional do Grand Slam em uma experiência sensorial e social que atraiu celebridades, atletas e nomes influentes do entretenimento global.
Instalado no rooftop do Hotel Sax, com vista direta para a Torre Eiffel, o espaço rapidamente se tornou um dos endereços mais disputados da temporada. O ambiente, construído com o mesmo saibro utilizado nas quadras oficiais, reuniu figuras como Guga Kuerten, David Beckham, Maria Sharapova, Rodrigo Santoro, Juliana Paes, Rodrigo Hilbert, Silvia Braz e Erika Januza, consolidando o local como um ponto de convergência entre esporte, moda e lifestyle.
Quando o esporte encontra o lifestyle
A proposta da Stella Artois foi clara: expandir a experiência de Roland-Garros para além das arquibancadas. Em vez de apenas assistir ao torneio, os convidados foram convidados a vivê-lo de forma física e sensorial, em um ambiente que misturava arquitetura, design e interação direta com o saibro.
O Clay Bar nasceu como um espaço proprietário monumental, pensado para traduzir o espírito do torneio em uma linguagem contemporânea e sofisticada. Ao ocupar o topo de um dos hotéis mais emblemáticos da cidade, a marca criou uma extensão simbólica das quadras, onde o jogo continuava — ainda que sob outra perspectiva.
Durante as rodadas finais, o local concentrou atenções não apenas pela presença de celebridades, mas pela atmosfera única que combinava exclusividade e espontaneidade. O resultado foi um ambiente altamente fotografado e comentado, reforçando a conexão entre o universo esportivo e o circuito social parisiense.
Sentir o saibro na pele
Um dos elementos mais marcantes da experiência foi a quebra deliberada de formalidade. Em um cenário onde eventos sociais costumam priorizar estética impecável, o Clay Bar incentivou justamente o oposto: o contato direto com o saibro, mesmo que isso significasse marcar roupas e acessórios.
A dinâmica do balcão — feito com a mesma superfície das quadras — convidava os presentes a se apoiarem, encostarem e interagirem sem restrições. O gesto, simples à primeira vista, carregava uma proposta simbólica: aproximar o público do torneio de maneira literal, transformando o espectador em parte da experiência.
“Nosso objetivo era que as pessoas assistissem sim ao torneio, mas que também tocassem, sentissem e vivessem essa atmosfera na pele com o saibro marcado nas roupas e uma Stella Artois na mão”.
A fala de Camila Fischmann, Head de Stella Artois Brasil, sintetiza a intenção da marca: criar uma memória sensorial que ultrapasse o visual e se traduza em experiência concreta.
Para os diretores de criação da GUT, Daniel Achucarro e Guilherme Nesti, o contraste entre elegância e imperfeição foi um dos pontos centrais do projeto. Em um ambiente tradicionalmente associado a looks impecáveis, a proposta mostrou que a experiência pode ser mais valiosa do que a aparência.
“O Clay Bar mostrou que vale a pena manchar o visual com saibro por uma Stella.”
Um projeto de alta complexidade
Por trás da estética impactante, o Clay Bar exigiu uma execução técnica minuciosa. O saibro, conhecido por sua sensibilidade às condições climáticas, não é um material convencional para estruturas arquitetônicas, especialmente em um ambiente aberto e com circulação intensa de pessoas.
A construção do espaço demandou meses de planejamento e envolveu especialistas diretamente ligados ao torneio. Entre eles, Philippe Vaillant, Head of Court Maintenance de Roland-Garros, que trouxe sua experiência na manutenção das quadras para garantir autenticidade e qualidade na reprodução da superfície.
O desafio não era apenas estético, mas também estrutural: preservar as características do saibro enquanto ele era incorporado a um ambiente funcional, pensado para receber convidados e suportar interação constante.
“Foi uma experiência única ver o bar de saibro ganhar vida”.
Segundo Vaillant, o projeto traduziu, fora das quadras, o mesmo cuidado invisível que sustenta o espetáculo dentro delas — um trabalho diário e altamente técnico que raramente é percebido pelo público.
Paris como palco ampliado
A escolha de Paris como cenário potencializou o impacto da iniciativa. Durante Roland-Garros, a cidade já se transforma em um polo de encontros que vão além do esporte, reunindo moda, arte e entretenimento em uma mesma narrativa urbana.
Ao posicionar o Clay Bar no rooftop do Hotel Sax, a Stella Artois inseriu o projeto nesse fluxo cultural, criando um espaço que dialogava diretamente com o ambiente ao redor. A vista para a Torre Eiffel reforçava o caráter simbólico da experiência, conectando tradição e contemporaneidade em um único cenário.
Mais do que uma ativação de marca, o espaço funcionou como um ponto de encontro estratégico, onde diferentes universos — do esporte ao cinema — se cruzaram de forma orgânica. A presença de nomes como Beckham, Sharapova e Santoro exemplifica essa convergência.
O resultado foi um ambiente que refletia não apenas o espírito de Roland-Garros, mas também a dinâmica cultural de Paris durante o torneio: intensa, diversa e altamente visual.
Serviço
- Local: Rooftop do Hotel Sax
- Evento: Stella Clay Bar durante Roland-Garros
- Experiência: Espaço construído com saibro oficial das quadras




