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Som Livre leva projetos autorais e debate econômico ao SXSW 2026

Canto Djavan, Discos N’Agulha e painel sobre remuneração artística: a Som Livre ocupa o SXSW 2026 com a música brasileira em foco.

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A Som Livre desembarca em Austin, Texas, para a edição de 40 anos do SXSW (South by Southwest), o maior festival de inovação e cultura do mundo. Entre os dias 12 e 18 de março, a gravadora com DNA 100% brasileiro estará na SP House com uma programação que mistura performances ao vivo, curadoria musical e debate estratégico sobre o futuro da indústria fonográfica.

Canto Djavan estreia ao vivo no SXSW

No dia 15 de março, às 20h, o vencedor do Grammy Latino Jota.pê, Melly e Bruna Black sobem ao palco da SP House para a primeira apresentação ao vivo de Canto Djavan. O projeto, com direção de Max Viana, filho do cantor, é uma imersão coletiva na obra de Djavan sob um olhar contemporâneo e diverso. No dia seguinte, 16 de março, Jota.pê apresenta o celebrado Dominguinho no mesmo palco e, na mesma noite, participa de evento para convidados da TV Globo no festival.

Já no dia 17, Melly faz show voz e violão no Tropiclub, um dos showcases mais aguardados do SXSW, focado na nova cena musical brasileira e latino-americana, realizado no Speakeasy Austin.

Discos N’Agulha celebra o vinil no exterior

Outra atração é o Discos N’Agulha, iniciativa do selo slap que une música, identidade visual e atmosfera em sets de DJ com curadoria do vasto catálogo da Som Livre. No SXSW, são 30 minutos de apresentações diárias com os DJs Vini Azevedo (dias 13 a 15) e Nyack (dia 15). A apresentação de Nyack será tema de um episódio da nova temporada do projeto no canal da Som Livre no YouTube.

A primeira temporada do Discos N’Agulha foi gravada dentro do escritório da própria gravadora. O primeiro episódio contou com Bianca Grácio e Grooves do Toledo nas pick ups, apresentando um DJ Set de Bossa Nova, Bossa Jazz e Brazilian Grooves dos anos 1960 e 1970.

Painel debate remuneração artística na era do streaming

No dia 14 de março, às 14h15, a Som Livre media o painel “Who gets paid when everything plays?”, na SP House, Business Pavillion. A conversa mergulha na complexidade da remuneração artística em um cenário de consumo onipresente e globalizado, analisando como tecnologia e regulação precisam evoluir para garantir a viabilidade econômica da cultura.

A mediação é de Camila Soluri, Gerente de Marketing da Som Livre. Participam Daniel Nogueira, Project Manager da Brasil Música & Artes (BM&A); Isabel Amorim, Licensing & Institutional Relations do ECAD; e Ricardo Rodrigues, sócio da agência Let’s Gig.

Estar no SXSW é muito mais do que marcar presença; é reafirmar o compromisso da Som Livre em pautar as conversas globais sobre o que vem por aí na nossa indústria. O consumo de música hoje rompeu a barreira do áudio. O play é apenas o começo: hoje, a indústria não entrega apenas música, entrega lifestyle. O consumo atual pede imagem, narrativa e exclusividade, e o nosso papel é criar as conexões certas para que a música brasileira tenha cada vez mais destaque nesse novo cenário global de entretenimento — Tatiana Cantinho, Vice-Presidente Sênior da Som Livre

Serviço

Shows Som Livre no SXSW 2026

15/03, 20h | Canto Djavan com Jota.pê, Melly e Bruna Black — SP House

16/03, 20h | Jota.pê — Dominguinho — SP House

17/03, 21h | Melly, voz e violão — Tropiclub, no Speakeasy Austin

Painel

Quem recebe quando tudo toca? Repensando o valor na era da mídia infinita

Mediação: Camila Soluri, Gerente de Marketing da Som Livre

14/03, às 14h15 — SP House, Business Pavillion

Foto: Divulgação/Som Livre

Som Livre leva projetos autorais e debate econômico ao SXSW 2026
Foto: Divulgação
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