Com tecnologia e rigor de qualidade, Ambev mostra os segredos que garantem a excelência de rótulos como Brahma.
A alma de uma cerveja perfeita nasce muito antes do primeiro brinde. Da cevada ao copo, a jornada é marcada por ciência, tecnologia e atenção aos mínimos detalhes. A Ambev, líder de um setor que representa 2% do PIB nacional, abre os bastidores e revela curiosidades que mostram como transforma o grão em experiências únicas de sabor.
Do campo à maltaria: o início da jornada
Tudo começa nos campos, onde a Ambev trabalha com produtores locais para cultivar as melhores variedades de cevada. O processo avança para as maltarias, onde o grão se transforma em malte — base de toda cerveja. A partir daí, entra em cena um controle de qualidade meticuloso e surpreendente.
Testes e controles que garantem excelência
O malte passa primeiro pelo chamado “teste do chá”, uma degustação sensorial feita com infusão dos grãos para garantir aroma e sabor ideais. Em seguida, potentes ímãs e detectores de metais asseguram a pureza da matéria-prima antes que siga para a brassagem.
Durante a produção, cada etapa é monitorada por “catracas de qualidade” — os Itens de Controle Liberatórios (ICLs). Esses parâmetros funcionam como portões que só se abrem quando o padrão de qualidade é atingido, garantindo excelência do início ao fim.
Fermento com “check-up” e cerveja com exame final
O fermento, considerado o “coração” da cerveja, passa por laboratórios microbiológicos, físico-químicos e sensoriais. Só é liberado após um “atestado de saúde” que analisa vitalidade, pH e viabilidade celular. Antes do envase, a cerveja pronta ainda passa por um “exame final”, avaliando cor, espuma, gás e brilho.
O gás carbônico usado para proteger a bebida é o mesmo produzido naturalmente na fermentação. Ele é purificado a 99,99% e reincorporado ao processo, mantendo o frescor e evitando a oxidação. O nível de oxigênio é controlado em partes por bilhão (ppb), garantindo que o sabor dure até seis meses.
Padrão global e reconhecimento mundial
Marcas como Budweiser e Corona mantêm o mesmo sabor no mundo inteiro. Amostras brasileiras são enviadas mensalmente para testes cegos com especialistas internacionais, que comparam os resultados para garantir padronização global.
“Nosso fermento passa por um verdadeiro check-up antes de entrar no tanque, e a cerveja é degustada 16 vezes antes de chegar ao consumidor. Esse cuidado nos rendeu mais de 1.300 medalhas em festivais nos últimos sete anos”, afirma Alexandre Esber, mestre-cervejeiro da Ambev e professor da Academia da Cerveja.
Um brinde que vai além do copo
A paixão da Ambev pela cerveja se reflete também no compromisso com o Brasil. A companhia investiu mais de R$ 10 bilhões nos últimos três anos, fortalecendo toda a cadeia produtiva. Essa combinação de tradição e inovação garante um portfólio diverso e fomenta uma indústria que gera mais de 2 milhões de empregos.

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