Feijoada de receita familiar vira símbolo de afeto no Dia das Mães, com ação especial que presenteia mães e resgata memórias à mesa.
Mais do que um prato clássico, a feijoada no Dia das Mães ganhou um novo significado nas mãos da chef e empresária Mariele Horbach. À frente do Grupo Hungry, ela transformou a receita herdada da família em um gesto de carinho coletivo — capaz de reunir pessoas, despertar lembranças e criar novas histórias.
O que começou como uma iniciativa pontual virou tradição aguardada. Neste ano, a ação se repete: mães acompanhadas pelos filhos ganham feijoada no domingo comemorativo. A proposta vai além do presente. É um convite para desacelerar e valorizar o encontro, algo cada vez mais raro na rotina acelerada.
Uma receita que carrega história
A origem do prato explica por que ele emociona tanto. A feijoada servida nos bares do grupo nasce de uma receita de família, daquelas que passam de geração em geração sem perder o sentido original: reunir pessoas ao redor da mesa.
“Essa feijoada tem um significado muito especial para mim, porque vem de uma receita de família, daquelas que carregam história e amor em cada detalhe. Quando a gente decidiu trazer isso para os bares, foi justamente para compartilhar esse sentimento com outras pessoas. E ver que os clientes abraçaram isso é muito emocionante”, conta Mariele.
A resposta do público não demorou. Com o tempo, clientes passaram a perguntar com antecedência sobre a ação, ansiosos pela repetição. Foi assim que a ideia deixou de ser apenas uma estratégia pontual e se consolidou como um ritual afetivo.
Quando comida vira memória
Segundo Mariele, a escolha da feijoada para a data não é aleatória. O prato carrega um simbolismo forte na cultura brasileira, especialmente ligado aos almoços de domingo — cenário clássico de encontros familiares e, muitas vezes, da presença materna.
“Todo mundo começou a perguntar se teria novamente a feijoada do Dia das Mães. Percebemos que deixou de ser apenas uma ação e virou uma tradição. Acho que isso acontece porque a feijoada traz essa memória do almoço na casa da mãe, da comida feita com tempo, com cuidado, para reunir todo mundo”, afirma.
Esse vínculo emocional é o que sustenta a proposta. Em vez de apenas servir um prato, a experiência convida o público a revisitar lembranças e fortalecer laços. A comida, nesse contexto, atua como linguagem — silenciosa, mas profundamente significativa.
Da cozinha para o coletivo
Conhecida como a Rainha dos Botecos de São Paulo, Mariele reforça que a gastronomia tem um papel que vai além do paladar. Para ela, cozinhar também é uma forma de contar histórias e construir pertencimento.
“A comida tem esse poder de transportar a gente. E quando ela vem de uma receita de família, isso fica ainda mais forte. É carinho, é memória, é pertencimento. É muito bonito ver famílias criando novas lembranças a partir dessa experiência”, completa.
Ao levar essa receita para os bares do Grupo Hungry, a chef amplia o alcance dessa memória, transformando algo íntimo em uma experiência compartilhada. É uma forma de fazer com que diferentes histórias se encontrem em um mesmo espaço.
A ação acontece nas unidades participantes, cada uma com sua identidade. No Garota da Vila, a feijoada será servida em formato de buffet. Já no Bar Jobim, o prato chega à mesa em panelinhas individuais, mantendo a tradição da casa e o cuidado no preparo.
Em comum, está a essência: uma receita que nasceu no ambiente mais simbólico possível — o lar — e que hoje continua cumprindo sua função mais importante, reunir pessoas.
Serviço
- Ação: Feijoada especial de Dia das Mães
- Data: Domingo de Dia das Mães
- Benefício: Mães acompanhadas pelos filhos ganham feijoada
- Locais: Unidades participantes do Grupo Hungry
- Garota da Vila: Serviço em buffet
- Bar Jobim: Feijoada servida em panelinhas individuais
