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Mussa Esfiha aposta em receita de espinafre no Dia do Veganismo

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Tradicional casa de culinária árabe em São Paulo aposta em receita artesanal de esfiha de espinafre com massa 100% vegana para marcar o Dia Mundial do Veganismo.

Entre receitas clássicas e novas adaptações à mesa, a gastronomia do Oriente Médio oferece alternativas para quem busca refeições sem ingredientes de origem animal. No Dia Mundial do Veganismo, celebrado em 1º de novembro, a esfiha de espinafre do restaurante Mussa Esfiha ganha protagonismo no cardápio. Disponível pelo valor de R$ 12,99, a opção combina o preparo artesanal a uma recheio temperado à base de vegetais.

A gastronomia pode unir tradição e novos hábitos alimentares, oferecendo alternativas que ampliam as possibilidades de escolha dos consumidores sem perder o sabor.

Mussa Esfiha aposta em receita de espinafre no Dia do Veganismo
Foto: Divulgação

Tradição árabe e a transformação no prato

Fundada em 1951 na capital paulista, a casa possui mais de sete décadas de trajetória na preparação de salgados típicos. Atualmente sob o comando dos irmãos Stephanie e Waldir Moyses, a marca foca em preservar as bases originais das receitas ao mesmo tempo em que acompanha as mudanças de perfil dos frequentadores.

Com o lema de iniciar um novo ciclo sem abandonar a ancestralidade, o estabelecimento diversifica a produção para atender quem adota uma dieta estritamente vegetal ou busca reduzir o consumo diário de derivados animais.

Mudança de comportamento do consumidor brasileiro

A expansão do cardápio vegano reflete dados recentes sobre o consumo no país. De acordo com um levantamento do GFI Brasil (The Good Food Institute Brasil), 36% dos entrevistados afirmaram ter reduzido o consumo de carne vermelha nos últimos 12 meses. Além disso, 26% declararam consumir alternativas vegetais com frequência superior a uma vez por mês.

A oferta de esfihas com massa livre de leite ou ovos surge como resposta direta a essa transição alimentar, mostrando como pratos consolidados na cultura local assimilam as novas demandas do público contemporâneo.

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