
Plataforma colaborativa de aulas e workshops 100% presenciais, o Knolla acaba de ser lançado com o objetivo de juntar quem quer aprender algo com quem está perto e pode ensinar. Usando a tecnologia para promover e facilitar o encontro presencial entre “instrutores” (pessoas comuns que podem transmitir e monetizar seus conhecimentos diversos) e “alunos” (aqueles que querem aprender algo novo — um novo hobby, uma habilidade, uma experiência de lazer), a ferramenta traz aulas que vão de sushi a marcenaria, de drinks a jardinagem, de bordado a churrasco, skate, grafite, charcutaria, automaquiagem e muitos outros. Tudo com o objetivo maior de trazer mais equilíbrio para o uso exagerado da tecnologia e das telas em nossas rotinas.
O funcionamento é simples: o usuário digita na busca o que quer aprender e o knolla mostra, por geolocalização, quem está por perto e pode te encontrar e te ensinar. Para os “instrutores”, há um processo online de cadastro das aulas, valor, duração, agenda, local, fotos, vídeos, depoimentos e todos os detalhes da experiência. As informações passam por uma aprovação prévia e as aulas passam então a estar disponíveis para agendamento na plataforma, que fica com uma comissão pelo serviço.
Criado por Diogo Mello em 2018, antes de qualquer ideia de pandemia, o Knolla chegou a ser lançado no início de 2020, mas por conta do novo coronavírus precisou esperar um pouco para acontecer e acabou tendo nesse grande imprevisto uma prova de que o presencial é mais do que necessário. “Queremos que as pessoas saiam de casa e vivam de verdade. Temos um mundo real cheio de experiências incríveis à nossa volta, mas estamos cada vez mais sugados pelo virtual, pelas telas, pelo distante. O online tem mil utilidades, mas fomos longe demais e estamos pagando com a nossa saúde mental. Precisamos do offline, do real, do contato humano. Socializar e aprender algo novo com a mão na massa é (também) terapêutico. Tivemos uma demonstração global disso com o isolamento vivido na pandemia. Com tanta tecnologia em nossa rotina, poder estar offline é não só um novo luxo, mas uma necessidade”, afirma o fundador da plataforma.
Para quem vai ensinar, o Knolla rentabiliza o conhecimento e possibilita o maior dos luxos: ganhar dinheiro fazendo o que gosta. Já para quem quer aprender, o intuito é facilitar a busca por aprendizados não-convencionais, momentos de lazer individual ou em grupos fechados entre amigos. Inicialmente, a ferramenta funciona apenas em formato de “workshops” — aulas pontuais com início, meio e fim no mesmo dia e que podem ser mais básicas ou mais avançadas, caso a caso.
Diogo conta que a ideia surgiu do incômodo que se tornou o uso descontrolado das redes sociais, celulares, etc, somado a um episódio que viveu no nascimento de seu primeiro filho. “Nunca preguei um prego na vida, mas queria fazer o berço do meu filho. Desenhei, mas na hora de construir procurei muito e não achei quem me ensinasse. Mesmo não havendo cursos disponíveis por aí, quantas pessoas no meu bairro devem ter noções de marcenaria – por hobby, por profissão – e que pelo preço certo teriam todo prazer em me encontrar e me ensinar?’ Juntando uma coisa com a outra, surgiu o Knolla.
Instagram: @knolla.br
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