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Marcela Lucatelli lança álbum “Coisa Má” e une pop, ritual e provocação em novo capítulo sonoro

Marcela Lucatelli lança álbum “Coisa Má” e une pop, ritual e provocação em novo capítulo sonoro

Foto: Divulgação

Disco tem colaborações de Kiko Dinucci e Romulo Fróes e estreia trilogia de clipes com “Janeiro Junto é Bom”

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A cantora, compositora e performer Marcela Lucatelli acaba de lançar “Coisa Má”, um disco que soa como feitiço e manifesto. É sua obra mais íntima — e também mais explosiva. O trabalho marca uma nova fase da artista após 20 anos na cena experimental europeia, agora de volta ao português e mergulhada num pop denso, ritualístico e indomável.

🎧 Ouça agora: Coisa Má (álbum)
🎬 Assista: Clipe de “Janeiro Junto é Bom”

O som do corpo, da rua e do invisível

Produzido pela própria Marcela, o álbum mistura batidas eletrônicas, vocais em transe e letras afiadíssimas — tudo costurado com colaborações de Kiko Dinucci, Romulo Fróes, Cadu Tenório, Lello Bezerra e músicos do Brasil e da Europa.

“Foi essencial assinar a produção. Quis mostrar que a mulher que cria também dirige o próprio som. Ainda é raro ver nossos nomes nesse papel”, afirma Lucatelli.

Marcela Lucatelli lança álbum “Coisa Má” e une pop, ritual e provocação em novo capítulo sonoro
Foto_ Ana Alexandrino

O disco transita entre o funk mandelão, o surrealismo poético e a crítica social, como na faixa “Chimpanzés”, onde divide vocais com Fróes. Já “Janeiro Junto é Bom” abre uma trilogia audiovisual com direção da própria artista — um mergulho visual em rituais, poções e desejos que transbordam a tela.

Coisa Má: faixa a faixa é um portal

Cada canção é uma entidade. “À Brasileira” questiona identidade e poder com ironia afiada. “Enchente” usa a água como metáfora de reinício. “Quebradeira” convoca Exu-Caveira e o corpo pra dança libertadora. “Convites Espalhados” é um chamado ao sagrado. E “Nada Nunca Só Nós” encerra com um sussurro filosófico sobre amor e existência.

O resultado é um disco independente, intenso e mágico, com mixagem de Gustavo Lenza, masterização de Felipe Tichauer e apoio simbólico do selo escandinavo Abstract Tits.


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