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Sustentabilidade transforma moda íntima na Fevest

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Etiquetas que viram plantas e 80% de água reaproveitada: na Fevest Inspire 2026, marcas como Marina Bonita e Beckhauser lideram a revolução sustentável da moda íntima, unindo conforto, durabilidade e planeta vivo.

Nova Friburgo, a Capital da Moda Íntima, vira epicentro da inovação têxtil de 9 a 11 de junho. Mais de 140 marcas de lingerie, moda praia, fitness e matérias-primas lotam o Nova Friburgo Country Club, atraindo 9 mil visitantes do Brasil e exterior.

A feira vai além de tendências visuais. Ela impulsiona debates sobre o futuro da indústria, com foco em práticas que cortam desperdícios e poluição.

Tradição artesanal vira alta tecnologia

A Marina Bonita estreia na Fevest com a coleção Entrelaços. Seu biquíni Trama de Afeto mistura crochê tecnológico com fibras naturais como algodão, cânhamo e bambu, mais elastano reciclado ou poliamida biodegradável.

As peças secam rápido, protegem contra UV e são únicas — sem cópias exatas. O crochê zera cortes e sobras de tecido. Tingimento com pigmentos de cascas e sementes afasta corantes químicos.

Cada modelo é único, sem cópias — apenas interpretações.

Etiquetas plantáveis germinam em plantas. Embalagens de algodão cru viram organizadores de viagem. Resíduos transformam-se em pulseiras e brincos, fechando o ciclo. Um Kit de Longevidade ensina cuidados para peças que duram temporadas.

Malhas que desafiam o descarte

A Beckhauser Malhas, de Tubarão (SC), com 34 anos e 470 colaboradores, lança a Iron Strong. Essa poliamida de alta performance não amassa, não desbota e serve de esporte a alfaiataria.

A empresa reaproveita 80% da água em fabricação e tingimento, com estação própria de tratamento. Energia solar, madeira reflorestada e dry clean cortam químicos. Calor de caldeiras é reciclado; isolantes térmicos economizam mais.

Sobras vão para indústrias parceiras, ampliando o impacto.

Conforto para fases da vida

A Íntima Passion, de Juruaia (MG), traz lingeries e camisolas com efeito refresh para o conforto térmico na menopausa. Tecidos de praia decompõem rápido; embalagens de organza reutilizáveis.

Retalhos, antes em aterros, agora viram tapetes e bolsas via ONGs locais. A marca doa para economia criativa regional e oferece treinamentos a clientes, estendendo sustentabilidade pela cadeia.

Essas iniciativas mostram moda íntima prática e responsável, atraindo compradores atentos a performance e ética.


Serviço


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Foto: Divulgação
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