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Café Capô une shows intimistas e jantares autorais no centro de SP

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A fusão entre pocket shows intimistas, memória arquitetônica e gastronomia autoral transforma o subsolo do Instituto Capobianco em ponto de convergência cultural no centro da capital paulista.

O subsolo do casarão erguido na década de 1920 ganha uma nova dinâmica com a atuação do Café Capô. Mais do que acolher o público antes e depois das peças teatrais, o ambiente estrutura uma grade artística independente que conecta a música ao vivo à pesquisa culinária.

Nas noites de show, a experiência ganha um formato especial, onde a cozinheira cria um jantar exclusivo a partir de um diálogo com o artista convidado.

A nova sequência de apresentações tem início com o cantor, compositor, guitarrista e produtor musical paraense Saulo Duarte, em 10 de setembro. Em seguida, no dia 24 de setembro, o multiartista afro-periférico Barbarelli leva ao palco seu repertório de canções intimistas e românticas. O ciclo se completa em 8 de outubro com Leo Cavalcanti, que apresenta o espetáculo “CAETANEAR – Leo Cavalcanti canta Caetano Veloso”, focado em releituras afetivas da obra do compositor baiano.

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Foto: Divulgação

Cardápio em sintonia com a música

A cozinha do espaço fica sob a liderança de Ariana Turca, à frente do projeto Dasturca, que trabalha a comida fundamentada em herança cultural e memória afetiva. Durante as apresentações musicais, o menu é desenvolvido diretamente em diálogo com o artista convidado, criando pontes sensoriais entre as receitas servidas e as composições executadas no palco.

O espaço já recebeu em encontros anteriores nomes como Thalma de Freitas, Ligiana Costa, Pélico e Lavinia, reforçando a proposta de palco intimista integrado à rotina cultural contínua da casa.

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Foto: Divulgação

Patrimônio centenário redesenhado

O desenho arquitetônico do café leva a assinatura de Ana Terra Capobianco, do escritório Terra Capobianco Arquitetura. A proposta buscou introduzir elementos contemporâneos preservando as marcas construtivas originais do imóvel centenário, erguido por seu bisavô e mais tarde transformado por seu avô, Julio Capobianco, em centro cultural aberto ao público.

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Foto: Divulgação

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