FERALKAT apresenta “Tsunami”, single que antecipa o álbum KARUKASY, com sonoridade etérea entre dreampop e post rock.
A artista curitibana FERALKAT lança “Tsunami”, primeiro single de seu novo álbum KARUKASY, previsto para o primeiro semestre de 2026. A faixa chega às plataformas digitais no dia 14 de novembro e inaugura um novo ciclo criativo da cantora, compositora e produtora Natasha Durski. O show de lançamento ocorre em 19 de novembro, no El Niño Fest, em Curitiba, ao lado das bandas Sophia Chablau e uma Enorme Perda de Tempo, Terraplana e Resp3x.
O nome KARUKASY, termo em tupi antigo que significa “dor da tarde”, guia o conceito do álbum. A obra investiga a melancolia e o sentimento nostálgico que acompanha o fim do dia. Em “Tsunami”, essa atmosfera se traduz em camadas etéreas, guitarras imersivas e vocais sirênicos que conduzem o ouvinte por mares internos.
“Essa música é sobre o impacto de um término difícil, esse momento em que uma vida inteira precisa ser deixada pra trás”, explica Natasha. “O ‘Tsunami’ é tanto o mar turbulento interno quanto o pranto — as lágrimas dessa dor. O sample de ‘Space Song’, do Beach House, reforça essa sensação, com o verso ‘who will dry your eyes when it falls apart’ ecoando na solidão desse fim.”
Gravada, produzida e mixada em home studio, “Tsunami” revela um amadurecimento estético em relação ao trabalho anterior. A faixa aprofunda a sonoridade híbrida da FERALKAT, marcada por dreampop, indie, bedroom pop, post rock e math rock, com texturas cinemáticas e atmosferas densas. Natasha conta que explorou ao máximo a produção independente, abraçando o lofi, trabalhando o paneamento e o estéreo, e recomenda o uso de fones ou sistema de som de qualidade.
A canção reúne voz, letra, guitarras, synths, bateria e beat assinados por Natasha, além do baixo de Fellipe A. Dantas. A mixagem é de Natasha e Fellipe, e a masterização de Stefanos Pinkuss. Entre as referências estão Björk, Beach House, Magdalena Bay, PJ Harvey (fase White Chalk), Tame Impala, Cocteau Twins, Ruído/mm, Julee Cruise e DIIV.
“Tsunami” apresenta uma imersão sonora que convida o público a submergir na melancolia e encontrar, nas profundezas, a possibilidade de recomeço.
Crédito: Érica Ignácio

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