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Festival Choro Jazz leva Lenine e música instrumental a Soure

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Grandes referências da música instrumental brasileira ocupam a Ilha do Marajó com apresentações gratuitas e encontros de gerações na terceira edição do Festival Choro Jazz no território paraense.

O palco armado no Parque de Exposições da Cidade se transforma no epicentro de uma celebração sonora que cruza fronteiras estilísticas, unindo a força dos ritmos tradicionais aos arranjos contemporâneos. Com 17 anos de trajetória iniciada no Ceará, a iniciativa itinerante renova seus laços com o público marajoara ao integrar espetáculos abertos e atividades de formação cultural entre 25 e 29 de agosto de 2026.

Estar de volta a Soure fortalece nosso compromisso com o desenvolvimento cultural contínuo na região do Marajó. O Choro Jazz vai além dos palcos: buscamos criar laços duradouros com a comunidade.

A declaração de Aline de Moraes, do Núcleo de Direção-Geral, sintetiza o propósito de levar produções de alta densidade artística para fora dos eixos convencionais de grandes turnês, democratizando repertórios por meio de incentivos descentralizados.

Voz, violão e diálogos sonoros

A noite de encerramento, marcada para o dia 29 de agosto, traz a estreia de Lenine nos palcos de Soure. Dono de sete Grammys Latinos, o compositor pernambucano apresenta um espetáculo no formato voz e violão, combinando clássicos de mais de quatro décadas de carreira a faixas de “EITA”, projeto audiovisual apresentado no final de 2025.

A programação musical estende o diálogo sonoro por meio de projetos de destaque na cena instrumental, incluindo a celebração do centenário de Moacir Santos pelo grupo Vereda, o duo Caetano Brasil & Carol Panesi no espetáculo Assanhados, além de apresentações do Quinteto Caxangá, Toca Transamazônica, Luiz Otávio com o projeto Casa de Amigo e uma colaboração entre Lenine e o Arraial do Pavulagem.

Formação artística e intercâmbio prático

Paralelamente às noites de apresentações, a programação pedagógica ocupa espaços urbanos com cursos de oito horas focados na prática de conjunto, direcionados a instrumentistas, estudantes e agentes da economia criativa local.

Grade de oficinas formativas

Serviço


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