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Hungria leva nova fase da carreira ao Vivo Rio

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Com bilhões de streams e uma cinebiografia recém-lançada, Hungria transforma sua própria trajetória em espetáculo ao apresentar no Rio o show que marca uma virada em sua carreira.

O rapper Hungria chega ao palco do Vivo Rio, no dia 8 de agosto, com a turnê “Um Novo Capítulo”, construída como um retrato do momento mais recente de sua trajetória. A apresentação acontece após o artista atingir a marca de 11 bilhões de reproduções somando Spotify e YouTube, consolidando um dos maiores números já registrados por um rapper solo brasileiro.

O espetáculo revisita músicas que ajudaram a definir sua identidade, mas com novos arranjos e interpretações. A proposta é reposicionar essas faixas dentro do contexto atual da carreira, conectando o início da trajetória ao estágio de consolidação.

“‘Um Novo Capítulo’ representa exatamente esse momento que estou vivendo: olhar para tudo que construí e apresentar uma nova forma de sentir essas músicas junto com o público.”

Do início às multidões, agora sob nova leitura

Depois de passar por turnês internacionais e festivais como Lollapalooza Brasil e Rock in Rio, Hungria estrutura o novo show como um ponto de convergência entre passado e presente. A narrativa musical se apoia tanto nos sucessos que o projetaram quanto na evolução artística construída ao longo dos anos.

No palco, o rapper é acompanhado por uma banda formada por músicos experientes. Entre eles estão o guitarrista Ney Marques, vencedor de dois Grammys Latinos, o baixista Ari Nascimento e o tecladista Osny Melo, além do baterista Pelé Nascimento, do multi-instrumentista Tássio Rossi e do violinista Ney Aguiar.

Ano marca expansão além da música

O momento vivido pelo artista vai além dos palcos. Em 2026, Hungria também levou sua história para o cinema com “Hungria: A Escolha de um Sonho”, estrelado por Gabriel Santana. O filme percorre os primeiros passos do rapper e sua ascensão até se tornar um dos nomes mais populares do gênero no país, com exibição em mais de 200 salas.

A apresentação no Rio reforça esse período de transição, em que memória e reinvenção caminham juntas. No repertório, a promessa é de um show que não apenas relembra, mas reorganiza a própria história diante do público.

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