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Joshua Redman traz nova fase e repertório inédito ao Brasil

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Com mais de três décadas dedicadas à vanguarda da música instrumental, o saxofonista e compositor Joshua Redman desembarca no Brasil para duas apresentações exclusivas que conectam virtuosismo técnico e improviso coletivo.

Trazer esse trabalho ao Brasil faz parte do nosso compromisso em apresentar artistas fundamentais da música internacional em momentos importantes de suas carreiras

O músico norte-americano sobe ao palco do Teatro Bradesco no dia 29 de setembro e segue para o Vivo Rio no dia 30 de setembro, integrando a programação da série Queremos! Jazz. As apresentações marcam a passagem da turnê do álbum “Words Fall Short”, lançado pelo icônico selo Blue Note, trabalho em que o artista articula novas composições focadas em imperfeição, linguagem e memória.

Joshua Redman traz nova fase e repertório inédito ao Brasil
Foto: Divulgação

Interação coletiva e nova formação

No novo projeto de estúdio e palco, Joshua Redman estabelece um diálogo constante entre passagens contemplativas e construções harmônicas de ritmo acelerado. Para sustentar essa dinâmica, o instrumentista montou um quarteto inédito ao lado do pianista Paul Cornish, do baixista Philip Norris e do baterista Nazir Ebo.

A gravação original de “Words Fall Short” também reúne colaborações de outros nomes da cena instrumental recente, como a saxofonista Melissa Aldana, a trompetista Skylar Tang e a cantora Gabrielle Cavassa. O disco sucede “where are we”, trabalho lançado em 2023 que explorou pela primeira vez a centralidade da voz na carreira do saxofonista.

Joshua Redman traz nova fase e repertório inédito ao Brasil
Foto: Divulgação

Três décadas de vanguarda instrumental

Reconhecido por conciliar tradição e pesquisa estética, o instrumentista acumula colaborações históricas com lendas e parceiros de geração, como Brad Mehldau, Christian McBride, Pat Metheny, Brian Blade e o grupo The Bad Plus. A circulação internacional contínua consolidou sua linguagem narrativa entre as mais influentes do gênero.

Segundo a curadoria da série, o jazz opera como uma linguagem em contínua transformação no circuito global. A iniciativa busca criar rotas dinâmicas no país para aproximar o público de figuras determinantes para a música instrumental de concerto contemporânea.

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