Entre romance, desejo e autodescoberta, Lenyn apresenta as primeiras faixas de um EP que funciona como retrato íntimo de sua identidade artística.
O primeiro movimento de Lenyn na música chega com os singles “Coisa Mais Linda” e “Suco de Maçã”, disponíveis nas plataformas digitais em 6 de agosto. As faixas antecipam o EP “Prazer, Lenyn!”, marcando a estreia do cantor no cenário musical com um trabalho que mistura pop e R&B.
Enquanto “Coisa Mais Linda” assume o papel de destaque inicial, com atmosfera romântica e influência direta do R&B, “Suco de Maçã” expande a proposta ao explorar outras nuances emocionais. Juntas, as músicas indicam o tom do projeto: múltiplas camadas de sentimento e narrativa.
“É o momento em que eu mostro ao público quem é o Lenyn e tudo o que ele representa artisticamente.”
Um cartão de visitas em forma de EP
Com seis faixas, “Prazer, Lenyn!” foi pensado como uma apresentação direta ao público. O projeto reúne experiências pessoais e reflexões sobre relacionamentos, autoimagem e pertencimento, compondo um universo sensível e intimista.
Natural de São Paulo, Lenyn constrói sua trajetória a partir da própria vivência. Suas músicas não oferecem respostas prontas, mas transitam por dúvidas, descobertas e sentimentos que dialogam com experiências comuns, mantendo uma abordagem delicada e honesta.
Da ideia acústica à construção sonora
Inicialmente idealizado como um projeto acústico, o EP ganhou novos contornos ao longo da produção. A parceria com a ODR Music e a Anel de Bamba ampliou as possibilidades criativas, permitindo que o artista alcançasse a sonoridade desejada.
O resultado combina referências do pop contemporâneo com o R&B, em arranjos que destacam tanto a força das letras quanto a interpretação vocal de Lenyn.
Um encontro com a própria história
Para o artista, ouvir o trabalho finalizado foi também um processo emocional. A construção do EP atravessa questões pessoais profundas, incluindo inseguranças e a busca por identidade.
“Ouvir esse trabalho pronto foi como assistir a um filme da minha própria vida. Passei muitos anos tentando entender quem eu era, enfrentando inseguranças, disforia e dúvidas sobre o meu lugar no mundo. Escutar minha voz da forma como hoje me reconheço foi extremamente emocionante”, afirma.
Mais do que uma estreia, “Prazer, Lenyn!” se apresenta como um ponto de partida. Um espaço onde som, estética e narrativa caminham juntos para revelar, faixa a faixa, quem é o artista por trás do nome.
