Maria Bethânia estrea “Vera Cruz”, samba inédito de Xande de Pilares e Paulo César Feital, em 16 de janeiro. Faixa do show dos 60 anos de carreira celebra cultura afro-brasileira.
Samba inédito no show dos 60 anos
No espetáculo “Maria Bethânia – 60 anos de carreira”, a música “Vera Cruz” se destacou. Composta especialmente para ela, o samba exalta a cultura afro-brasileira e um Brasil soberano. Versos como “Chefe de outra pátria não me induz / Quem vai me guiar / Guarde seu preconceito / Sou livre pra sambar” evocam quilombos e referenciam Clementina de Jesus, Chico Xavier e Zé Pelintra.
A versão de estúdio, gravada na Biscoito Fino (RJ), chega às plataformas digitais em 16 de janeiro. Bethânia encerra com citação de “Carcará”, de João do Vale e José Cândido, que a lançou em “Opinião” (1964/1965).
Equipe e produções recentes
Direção musical de Pedro Guedes, com arranjos dele, Jorge Helder (baixo e bandolim) e Thiago Gomes (teclados e guitarra). Participam os vocalistas Fael Magalhães, Janeh Magalhães e Jenni Rocha.
O show, roteirizado por Bethânia, une música e dramaturgia. Em 2025, lotou São Paulo, Rio e Salvador, com extras. Em 2026, as finais no Vivo Rio (17 e 18) serão gravadas em áudio e vídeo.
https://orcd.co/veracruzmariabethania
Capa: Omar Salomão. Pintura de capa: “A Descida do Corcovado ou Ogum” (1972), de Flávio Império. Foto de divulgação de Maria Bethânia: Guilherme Nabhan.

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