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Rock in Rio une futebol e música no ano mais festivo do Brasil

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Com um filme lançado no dia da definição dos grupos do futebol, o Rock in Rio celebra as duas maiores paixões do brasileiro em 2026.

Não foi coincidência. O Rock in Rio escolheu a data em que o Brasil descobria seus adversários no futebol para lançar uma campanha que coloca, lado a lado, as duas paixões que mais mobilizam o país. Um filme de TV, com desdobramentos para as redes sociais do festival, mistura os universos do esporte e da música de forma lúdica e emocionalmente carregada — e convida o público a viver, em 2026, o que só os grandes momentos coletivos são capazes de oferecer.

Rock in Rio 2026 - É ano de duas paixões nacionais

O melhor da vida acontece ao vivo

A iniciativa parte de uma crença que está no DNA do festival: experiências ao vivo transformam pessoas. Do coro nas arquibancadas aos refrões entoados na Cidade do Rock, tanto o futebol quanto a música têm o poder de criar rituais, ocupar ruas e se tornar o centro das conversas dos brasileiros. Em 2026, com os dois fenômenos coincidindo no calendário, essa energia se multiplica.

Acreditamos que o melhor da vida acontece ao vivo! E em 2026, ano da maior festa mundial do futebol e de mais uma tão aguardada edição de Rock in Rio, os brasileiros têm motivos de sobra pra se conectar e viver o melhor que as experiências ao vivo podem proporcionar. Esse filme é uma forma de celebrar esse ano e convidar o público a se reunir em torno de duas grandes paixões nacionais: o Rock in Rio e o futebol.

Ana Deccache, diretora de marketing da Rock World

A ação será desdobrada nas redes sociais e em conteúdos especiais ao longo da semana, ampliando o alcance da campanha e mantendo o tema em evidência durante os dias que antecipam novas revelações do universo do futebol.

41 anos de história que atravessam gerações

Desde sua primeira edição, em 1985, o Rock in Rio transformou o Brasil em protagonista do circuito internacional de entretenimento. Naquele ano, 1 milhão e 380 mil pessoas ocuparam Jacarepaguá para assistir a um palco que era, à época, o maior do mundo — com 80 metros de boca de cena. Foram 15 atrações nacionais e 16 internacionais em dez dias de festival.

Hoje, 41 anos depois, os números impressionam por outra escala. Mais de 12,3 milhões de visitantes já passaram pelas Cidades do Rock ao redor do mundo. Mais de 4.667 artistas se apresentaram em 141 dias de evento. Só na edição de 2024, o impacto econômico no Rio de Janeiro chegou a R$ 2,9 bilhões, e as comunicações nas redes sociais alcançaram mais de 146 milhões de pessoas.

Das 24 edições realizadas, dez aconteceram no Brasil — a mais recente em 2024 —, dez em Portugal, três na Espanha e uma nos Estados Unidos. Em 2022, o festival foi reconhecido como patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro.

Propósito além do palco

O Rock in Rio carrega um compromisso que vai além da música. Neutro em carbono desde 2006, o festival foi pioneiro na certificação ISO 20121 de Eventos Sustentáveis e trabalha metas ambiciosas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU para 2030. Junto a seus parceiros, já investiu mais de R$ 118 milhões em projetos de sustentabilidade, educação e preservação ambiental — incluindo o plantio de mais de 4 milhões de árvores na Amazônia.

Em geração de empregos, o festival soma mais de 297,6 mil postos diretos e indiretos ao longo de sua história. Um legado que, em 2026, ganha mais um capítulo — desta vez, com a bola também rolando.


Serviço

Rock in Rio une futebol e música no ano mais festivo do Brasil
Foto: Divulgação

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