Trio Choro Novo e Rildo Hora exploram o choro no show “Diálogos Sonoros”
Redação
A turnê “Diálogos Sonoros” reunirá o Trio Choro Novo e o gaitista Rildo Hora em quatro apresentações no Rio de Janeiro e em Mesquita, entre novembro e dezembro de 2025, com ingressos gratuitos ou a preços populares. A série de shows celebra a riqueza e a versatilidade do choro, explorando suas fronteiras com outros estilos e ampliando o diálogo entre o erudito e o popular.
O encontro entre tradição e experimentação
Com direção musical de Abel Luiz, o projeto propõe um diálogo entre músicos de formações distintas que encontram no choro um ponto de convergência. As apresentações terão início no dia 4 de novembro de 2025, na Escola de Música Villa-Lobos (Centro, Rio de Janeiro), às 19h, com entrada gratuita e retirada de ingressos no local. A turnê seguirá com datas em Mesquita, Marechal Hermes e Bangu.
Agenda de apresentações
• 4 de novembro de 2025 (terça-feira), 19h — Escola de Música Villa-Lobos (Centro, Rio de Janeiro) — Gratuito
• 13 de novembro de 2025 (quinta-feira), 19h — Teatro Novo Mundo (Rua Adolfo de Albuquerque, 109, Mesquita) — Gratuito
• 4 de dezembro de 2025 (quinta-feira), 19h — Teatro Armando Gonzaga (Av. General Osvaldo Cordeiro de Farias, 511, Marechal Hermes) — R$ 20,00 — Libras
• 12 de dezembro de 2025 (sexta-feira), 20h — Areninha Hermeto Pascoal (Praça Primeiro de Maio, s/n, Bangu) — Gratuito
Formação e convidados
Com 20 anos de trajetória, o Trio Choro Novo é formado por Marlon Mouzer (violão 7 cordas), Reinaldo Pestana (bateria e percussão) e Abel Luiz (cavaquinho, bandolim, viola caipira e violão tenor). Nesta turnê, Pedro Cantalice substituirá Abel Luiz. O grupo recebe como convidado especial o gaitista, compositor e produtor Rildo Hora, um dos grandes nomes da música brasileira.
A direção de produção é de Juliana Grisolia (Grisolia Produções), com produção técnica de Gugu, assistência de Clara Rosa e iluminação de Maurício Cardoso. A direção musical é assinada por Abel Luiz.
Repertório: do erudito ao clássico do choro
O repertório do show apresenta um panorama do choro tradicional e suas interseções com a música erudita e contemporânea. O público poderá ouvir:
• “Caicó” (Domínio público)
• “Brejeiro” (Ernesto Nazareth)
• “O Bruxo” (Abel Luiz)
• “Contando os Números” (Reinaldo Pestana)
• “Cavaquinho em Prantos” (Mestre Siqueira)
• “Feitiço da Vila” (Noel Rosa)
• “Gaúcho (O Corta-Jaca)” (Chiquinha Gonzaga)
• “Santa Morena” (Jacob do Bandolim)
• “Melodia Sentimental” (Heitor Villa-Lobos)
• “Num Rancho Fundo” (Ari Barroso)
• “O Ovo” (Hermeto Pascoal)
• “Trenzinho Caipira” (Heitor Villa-Lobos)
• “Sinara Rubia” (Marlon Mouzer)
• “Delicado” (Waldir Azevedo)
• “Brasileirinho” (Waldir Azevedo)
• “Carinhoso” (Pixinguinha) — bis com Rildo Hora
O choro como linguagem e essência
Para o diretor musical Abel Luiz, o choro é “a grande música instrumental do país, presente em todas as regiões”. Ele destaca que a amplitude do gênero permite incorporar diferentes vertentes sem rivalidade, o que fortalece sua conexão com o público. “Essa força do choro reside em sua capacidade de olhar para o passado e o futuro simultaneamente, carregando ancestralidade e constante reinvenção”, afirma.
“É uma grande honra ser, de certa forma, contemporâneo de Rildo Hora e produzirmos esse ‘Diálogo Sonoro’. É a chance de agradecer a esse grande músico, esse operário do som, pela enorme lista de serviços prestados ao som do Brasil e do mundo”, declara Abel Luiz.
Serviço
Diálogos Sonoros — Choro Novo convida Rildo Hora
Direção musical: Abel Luiz
Direção de produção: Juliana Grisolia (Grisolia Produções)
Produção técnica: Gugu
Assistência de produção: Clara Rosa
Iluminação: Maurício Cardoso
Formação: Marlon Mouzer (violão 7 cordas), Pedro Cantalice (cavaquinho, bandolim e violão tenor) e Reinaldo Pestana (bateria e percussão)
Convidado: Rildo Hora (gaita)
Apresentações: de 4 de novembro a 12 de dezembro de 2025
Locais: Rio de Janeiro e Mesquita
Entrada gratuita ou preços populares