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Últimos ingressos para ver Stray Kids no Rock in Rio entram na reta final

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O Rock in Rio entra em uma nova fase ao abrir espaço para o K-pop pela primeira vez, com um dia inteiro dedicado ao gênero e ingressos na reta final para uma das datas mais aguardadas de 2026.

A contagem regressiva já começou para 11 de setembro, quando a Cidade do Rock recebe um line-up inédito liderado por Stray Kids no Palco Mundo, além das estreias de HWASA e NEXZ no Brasil. Com os últimos ingressos ainda disponíveis, o festival também reuniu recomendações práticas inspiradas na própria comunidade de fãs para orientar quem quer viver a experiência de forma completa.

“Fazer parte de um lightstick ocean é emocionante. Tenho certeza de que ver isso acontecendo no Rock in Rio será ainda mais especial.”

A preparação começa antes mesmo dos portões abrirem. Escolher o look, organizar encontros, preparar itens como lightsticks e freebies e ensaiar os tradicionais fanchants fazem parte do ritual. A proposta é transformar o dia em algo coletivo, em que público e artistas constroem juntos a experiência.

O visual vira linguagem entre fãs

No universo do K-pop, o figurino é extensão da identidade. Referências a comebacks, maquiagem inspirada nos artistas e acessórios ajudam a criar conexões imediatas dentro do festival.

Segundo Julia Seraphim, do SKZ BR, a escolha do look equilibra conforto e expressão. A estética funciona como um código compartilhado entre fãs, facilitando encontros e aproximando desconhecidos que dividem o mesmo repertório cultural.

Lightsticks transformam o público em espetáculo

Mais do que um acessório, o lightstick simboliza pertencimento. No dia 11, a expectativa é formar um dos maiores lightstick oceans já vistos no festival, com milhares de luzes sincronizadas durante os shows.

Para entrada no evento, os modelos devem seguir regras específicas: alimentação por pilhas, estrutura em plástico, até 24 centímetros de altura e peso máximo de 400 gramas. Itens fora desse padrão podem ser barrados.

Trocas, encontros e novas amizades

Itens como SKZOO, photocards e freebies também fazem parte da experiência. Eles circulam entre os fãs ao longo do dia e ajudam a criar vínculos que vão além do show.

Bia Silva, do Stray Kids Brasil, destaca que essas trocas funcionam como ponto de partida para conexões. Muitas dessas interações começam no evento e seguem depois, fortalecendo a comunidade.

Fanchants ampliam a energia dos shows

Os fanchants — respostas organizadas dos fãs durante as músicas — são parte essencial do K-pop. Guias oficiais disponíveis online ajudam até quem vai ao primeiro show a participar ativamente.

A prática transforma apresentações em diálogos entre palco e plateia, criando uma atmosfera coletiva que vai além da performance musical.

Um dia que vai além do Palco Mundo

Embora o foco esteja nas atrações de K-pop, a programação do dia 11 se espalha por toda a Cidade do Rock. No Palco Mundo, Alok apresenta o projeto Keep Art Human com estrutura audiovisual imersiva. O Palco Sunset reúne Jamiroquai, PJ Morton e encontros brasileiros, enquanto outros espaços recebem artistas como MC Cabelinho, ANNA e Nandatsunami.

A recomendação dos fãs é chegar cedo e explorar o evento como um todo. A experiência inclui desde shows simultâneos até ativações culturais, encontros espontâneos e novas descobertas musicais.

O encontro que redefine o festival

A estreia do K-pop marca uma mudança na trajetória do Rock in Rio, ampliando o alcance cultural do evento. O dia 11 de setembro se consolida como um ponto de encontro global de fandoms, reunindo pessoas de diferentes regiões em torno de uma linguagem comum.

Mais do que os shows, a data representa a integração entre música, comunidade e experiência coletiva — um movimento que reforça a proposta original do festival de aproximar pessoas por meio da arte.

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