- Comer devagar e evitar grandes volumes de comida de uma só vez
- Reduzir o consumo de bebidas gaseificadas
- Praticar atividade física regularmente
- Dormir bem e controlar o estresse
- Evitar hábitos que aumentam o ar no intestino, como mascar chiclete e fumar
- Especialidade: Gastroenterologia
- Médico: Nelson Cathcart Jr., gastroenterologista especialista em doenças do estômago e intestino
- Comer devagar e evitar grandes volumes de comida de uma só vez
- Reduzir o consumo de bebidas gaseificadas
- Praticar atividade física regularmente
- Dormir bem e controlar o estresse
- Evitar hábitos que aumentam o ar no intestino, como mascar chiclete e fumar
- Especialidade: Gastroenterologia
- Médico: Nelson Cathcart Jr., gastroenterologista especialista em doenças do estômago e intestino
Serviço

Gastroenterologista explica que distensão abdominal persistente pode indicar desde intolerâncias alimentares até câncer e exige investigação imediata.
A sensação de barriga inchada é tão frequente que muitas pessoas acabam normalizando o desconforto. Mas a distensão abdominal persistente pode ser um sinal de alerta importante. O gastroenterologista Nelson Cathcart Jr. é direto: sentir-se estufado todos os dias não é normal.
“Sentir-se estufado todos os dias não é normal. Quando a distensão ultrapassa um mês ou vem acompanhada de perda de peso, sangue nas fezes, anemia ou alterações persistentes das fezes, a investigação deve ser imediata.”
Nelson Cathcart Jr., gastroenterologista
Quais são as causas da distensão abdominal
Segundo o especialista em doenças do estômago e intestino, as origens do problema são variadas. As mais comuns envolvem intolerâncias alimentares — não apenas à lactose, mas também à frutose e aos frutanos, carboidratos presentes em vegetais e cereais.
Doenças funcionais, como síndrome do intestino irritável e constipação, também figuram entre os motivos frequentes. A lista ainda inclui disbioses intestinais como SIBO (Supercrescimento Bacteriano no Intestino Delgado) e IMO (Supercrescimento de Micro-organismos Metanogênicos), doenças relacionadas ao glúten, doenças inflamatórias intestinais e condições ginecológicas como endometriose e tumores de ovário.
“Uma simples infecção pode alterar a microbiota e gerar distensão, mas também podemos estar diante de doenças como câncer de intestino, reto, fígado ou peritônio. Por isso, o contexto clínico é fundamental.”
Nelson Cathcart Jr., gastroenterologista
Testes respiratórios e outros exames no diagnóstico
Para auxiliar na investigação, o médico destaca o uso dos testes respiratórios, exames modernos e não invasivos capazes de identificar intolerâncias alimentares e disbioses. Os aparelhos detectam gases produzidos no intestino e exalados pelos pulmões, avaliando a fermentação e a absorção de substâncias como lactose, frutose e frutanos.
“Os testes respiratórios são ferramentas seguras e precisas. Eles ajudam a diferenciar intolerâncias de supercrescimento bacteriano, condições que muitas vezes se confundem.”
Nelson Cathcart Jr., gastroenterologista
Dependendo do caso, outros exames também podem ser necessários: endoscopia, colonoscopia, ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética, especialmente quando há suspeita de doenças estruturais, inflamatórias ou tumorais.
Prevenção e cuidados no dia a dia
A alimentação e os hábitos diários influenciam diretamente o quadro. A distensão pode ocorrer por fermentação excessiva, retenção de água no intestino ou digestão lenta. Ainda assim, o especialista reforça que não se deve cortar alimentos por conta própria.
“Antes de suspender alimentos por conta própria, o que pode inclusive atrasar o diagnóstico de condições importantes, é fundamental ter uma avaliação adequada. O ideal é buscar acompanhamento médico.”
Nelson Cathcart Jr., gastroenterologista
Entre as medidas que ajudam a reduzir episódios de distensão, o gastroenterologista recomenda:
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