De Jennifer Aniston a Victoria Beckham e Khloé Kardashian, o colágeno virou símbolo da beleza contemporânea. Está em copos, cápsulas e protocolos estéticos — mas o que as celebridades bebem é muito diferente do que realmente transforma a pele.
O boom das celebridades
Quando Aniston assumiu posto criativo da Vital Proteins e Beckham passou a creditar sua pele ao suplemento matinal, o colágeno deixou de ser ativo clínico e virou rito de longevidade. Khloé Kardashian transformou a Dose & Co em negócio milionário — consolidando o conceito de “juventude engarrafada”.
O que diz a ciência
“O colágeno oral fornece aminoácidos que podem contribuir para a produção natural do corpo, mas o impacto é sistêmico e discreto. Já os bioestimuladores injetáveis agem diretamente na derme, provocando uma resposta mais intensa e localizada.” — Dr. Roberto Chacur
Segundo o médico, bioestimuladores como os à base de hidroxiapatita de cálcio — a exemplo do Harmonize Gold — ativam colágeno tipo I e III por até 18 meses, melhorando firmeza, densidade e textura. “É o mesmo processo natural do corpo, apenas reativado”, afirma.
O que cada um faz, na prática
Suplemento oral — atua no organismo como um todo, entrega resultado gradual, integra rotinas de bem-estar, tem efeito discreto.
Bioestimulador injetável — age no ponto certo, produz resposta estrutural na pele e promove melhora visível e duradoura.
No fim, suplementos nutriram o imaginário do bem-estar, enquanto os bioestimuladores entregam a biologia do resultado. Talvez o equilíbrio entre gesto e evidência — o ritual que acalma e a ciência que transforma — seja a combinação que mais se aproxima do que se busca no espelho.


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