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Medo de dentista afeta até 18% dos adultos e exige novas abordagens

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  • Omitir relatos de experiências negativas vividas pelos pais ou responsáveis durante procedimentos anteriores.
  • Tratar a consulta odontológica como uma rotina comum e preventiva de saúde, livre de dramatizações.
  • Relatar diretamente ao cirurgião-dentista qualquer desconforto emocional ou receio prévio logo no início do atendimento.
  • O impacto do abandono em tratamentos prolongados

    Na ortodontia, o sucesso clínico depende da assiduidade em consultas periódicas, ajustes mecânicos e colaboração ativa com as orientações profissionais. Quando o medo provoca faltas contínuas ou espaçamento irregular entre as sessões, o planejamento inicial sofre atrasos significativos.

    A familiaridade precoce com o consultório também reduz as chances de desenvolvimento de traumas. O levantamento do Journal of Dentistry verificou que crianças sem nenhuma passagem prévia pelo dentista registraram maior incidência de medo em relação àquelas já ambientadas. Como estratégia de acolhimento lúdico, a rede OrthoDontic adotou ações com a Turma da Mônica em seus espaços para suavizar o primeiro contato e facilitar o acompanhamento contínuo em todas as fases da vida.


    O impacto do abandono em tratamentos prolongados

    Na ortodontia, o sucesso clínico depende da assiduidade em consultas periódicas, ajustes mecânicos e colaboração ativa com as orientações profissionais. Quando o medo provoca faltas contínuas ou espaçamento irregular entre as sessões, o planejamento inicial sofre atrasos significativos.

    A familiaridade precoce com o consultório também reduz as chances de desenvolvimento de traumas. O levantamento do Journal of Dentistry verificou que crianças sem nenhuma passagem prévia pelo dentista registraram maior incidência de medo em relação àquelas já ambientadas. Como estratégia de acolhimento lúdico, a rede OrthoDontic adotou ações com a Turma da Mônica em seus espaços para suavizar o primeiro contato e facilitar o acompanhamento contínuo em todas as fases da vida.


    O impacto do abandono em tratamentos prolongados

    Na ortodontia, o sucesso clínico depende da assiduidade em consultas periódicas, ajustes mecânicos e colaboração ativa com as orientações profissionais. Quando o medo provoca faltas contínuas ou espaçamento irregular entre as sessões, o planejamento inicial sofre atrasos significativos.

    A familiaridade precoce com o consultório também reduz as chances de desenvolvimento de traumas. O levantamento do Journal of Dentistry verificou que crianças sem nenhuma passagem prévia pelo dentista registraram maior incidência de medo em relação àquelas já ambientadas. Como estratégia de acolhimento lúdico, a rede OrthoDontic adotou ações com a Turma da Mônica em seus espaços para suavizar o primeiro contato e facilitar o acompanhamento contínuo em todas as fases da vida.


    A ansiedade diante do atendimento odontológico atinge desde crianças até adultos e pode comprometer o andamento de tratamentos ortodônticos essenciais quando não administrada com diálogo e previsibilidade.

    O receio de sentar na cadeira odontológica não é uma exclusividade infantil. Dados compilados de 19 estudos com mais de 9 mil adultos e publicados em 2026 no British Journal of Clinical Psychology apontam que 18% dos adultos apresentam níveis elevados de ansiedade odontológica. Já na primeira infância, uma pesquisa global divulgada em 2024 no Journal of Dentistry indicou que 30% das crianças de 2 a 6 anos manifestam medo ou apreensão nas consultas.

    Entender se aquela insegurança vem do desconhecido, de uma experiência anterior, da expectativa de dor ou da preocupação com a aparência ajuda o profissional e o próprio paciente a lidarem melhor com o tratamento.

    A cirurgiã-dentista Claudia Consalter, sócia-fundadora da OrthoDontic, pontua que a insegurança assume contornos distintos conforme a faixa etária. Enquanto os pequenos estranham equipamentos e o espaço clínico, os jovens frequentemente temem alterações na autoimagem e adaptação ao aparelho fixo, e adultos lidam com memórias de atendimentos passados.

    Comunicação e previsibilidade reduzem a tensão

    Substituir a incerteza por dados claros é um dos caminhos para quebrar o ciclo da ansiedade. Entender as etapas da avaliação e os cuidados necessários antes da consulta permite que o paciente elabore a visita de maneira realista. Para o público infantil, explicações simplificadas evitam que a imaginação crie cenários alarmistas.

    Outro ponto crítico está na forma como o tema da dor é introduzido nas conversas familiares. Frases comuns de tranquilização podem gerar o efeito contrário.

    O impacto do abandono em tratamentos prolongados

    Na ortodontia, o sucesso clínico depende da assiduidade em consultas periódicas, ajustes mecânicos e colaboração ativa com as orientações profissionais. Quando o medo provoca faltas contínuas ou espaçamento irregular entre as sessões, o planejamento inicial sofre atrasos significativos.

    A familiaridade precoce com o consultório também reduz as chances de desenvolvimento de traumas. O levantamento do Journal of Dentistry verificou que crianças sem nenhuma passagem prévia pelo dentista registraram maior incidência de medo em relação àquelas já ambientadas. Como estratégia de acolhimento lúdico, a rede OrthoDontic adotou ações com a Turma da Mônica em seus espaços para suavizar o primeiro contato e facilitar o acompanhamento contínuo em todas as fases da vida.


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