Intoxicações alimentares em viagens dispararam 48,6% em 2025, revela Coris. O boom da culinária local atrai brasileiros, mas pratos exóticos derrubam roteiros com diarreia e vômitos.
O risco por trás do prato imperdível
Um levantamento exclusivo da Coris, especialista em assistência e seguro viagem, aponta alta nos sinistros por alimentos que “não fizeram bem”. Casos incluem intoxicação alimentar, dores abdominais, diarreia e vômitos, em viagens nacionais e internacionais.
“O turismo gastronômico cresceu muito, e isso é ótimo. Mas uma refeição mal escolhida pode interromper totalmente o roteiro”, alerta Claudia Brito, Diretora Comercial e Marketing da Coris.
O corpo nem sempre reage bem a temperos fortes ou ingredientes muito diferentes da rotina.
Destinos que desafiam o estômago
Destinos como México, Tailândia, Peru, Portugal e norte do Brasil atraem pela culinária intensa. Jovens e famílias buscam esses sabores, mas o choque cultural no paladar gera problemas.
Esses episódios causam interrupção média de 48h na viagem. Gastos extras vão de remédios a internações: até USD 2 mil em consultas internacionais, ou €150 a €400 na Europa.
Dicas da Coris para viajar sem medo
A Coris recomenda:
Atenção a barracas de rua e alimentos crus, como frutos do mar.
Hidratação reforçada contra perda de líquidos.
Cautela com pimentas, molhos fermentados e especiarias fortes.
Evite pratos radicais nos primeiros dias.
Opte por refeições leves em deslocamentos longos.
Verifique se o seguro cobre intoxicações alimentares, muitas vezes excluídas. Coris garante atendimento rápido quando incluso.
Foto: Divulgação

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