Aurora Boreal 2026 entra no radar: Nomad aponta Reykjavik no topo e vê Islândia, Noruega e Finlândia dominando o interesse brasileiro
Dados inéditos da Nomad, fintech brasileira com mais de 3,5 milhões de clientes, indicam um salto no interesse por viagens para ver a Aurora Boreal em 2026, com o Círculo Polar Ártico concentrando as principais buscas.
O movimento vem embalado por um fator raro: segundo a NASA, o Sol segue em fase de atividade intensa no ciclo de 11 anos. Mesmo após o pico em 2024, ainda há grandes movimentações antes do “mínimo solar”, previsto para 2031.
Na prática, isso significa mais chances de auroras fortes e frequentes, já que partículas solares colidem com a atmosfera da Terra e criam luzes mais vibrantes no céu noturno.
Para a Nomad, o interesse também revela uma virada no perfil do viajante brasileiro: cresce a busca por turismo de experiência, com roteiros mais complexos, clima extremo e planejamento financeiro antecipado em moedas fortes.
Ranking da Nomad: cidades mais buscadas
1) Reykjavik (Islândia): líder pela combinação de acesso aéreo, infraestrutura turística e paisagens naturais. A Nomad estima custo total entre R$ 14,3 mil (econômico) e R$ 59,2 mil (luxo), considerando voo, hospedagem, alimentação e passeios.
2) Vik (Islândia): vila com menor interferência de luz urbana e forte apelo para quem quer imersão na natureza da costa sul, muito procurada por turistas e fotógrafos.
3) Tromso (Noruega): conhecida como “Capital da Aurora Boreal”, reúne alta probabilidade de visibilidade do fenômeno, vida cultural ativa e programação típica de inverno.
4) Rovaniemi (Finlândia): popular entre famílias por juntar neve, clima natalino e a busca pelas Luzes do Norte, com fama de “cidade oficial do Papai Noel”.
5) Fairbanks (EUA) e 6) Whitehorse (Canadá): destinos na América do Norte ganham espaço para quem quer cenários remotos, natureza selvagem e estrutura preparada para o frio.
Guia rápido: Aurora Boreal 2026
Temporada: do fim de setembro ao fim de março, quando as noites ficam mais longas no Hemisfério Norte.
Melhor horário: estatisticamente, entre 22h e 2h (horário local).
Panorama solar: o clima espacial segue turbulento após o pico solar, favorecendo auroras intensas que, em grandes tempestades geomagnéticas, podem aparecer até mais ao sul, como norte dos EUA e Reino Unido.
O essencial: céu escuro (longe de poluição luminosa), tempo limpo (sem nuvens), paciência e uma dose de sorte.
Como a Nomad chegou ao ranking
O levantamento considera dados consolidados dos últimos cinco anos da Nomad, cruzando padrões de busca e uso de serviços financeiros no Hemisfério Norte.
Segundo a empresa, destinos ligados à observação da Aurora Boreal se destacam na categoria “turismo de natureza e experiências únicas”, acompanhando o aumento de viagens fora do eixo tradicional.
Sobre a Nomad
Fundada em novembro de 2020, a Nomad foi pioneira ao oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos EUA e ampliou o portfólio para soluções de vida financeira global, como transferências internacionais e compras no exterior.
A fintech também oferece acesso a investimentos no mercado americano, com opções como ações, ETFs, REITs, bonds e renda fixa em dólar. Os serviços de investimento são intermediados pela corretora local Global Investment Services DTVM Ltda.
Serviço
Janela para ver a Aurora Boreal: fim de setembro a fim de março
Horário com melhor chance: 22h a 2h (horário local)
Top destinos segundo a Nomad: Reykjavik, Vik, Tromso, Rovaniemi, Fairbanks e Whitehorse
Estimativa de custo (Reykjavik): R$ 14,3 mil a R$ 59,2 mil (voo, hospedagem, alimentação e passeios)
Informações à imprensa (Agência Lema): priscila.nishimori@agencialema.com.br | renata.nascimento@agencialema.com.br | luis.dolci@agencialema.com.br
Foto: Wikimedia Commons
Foto: Divulgação





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