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Festivais próprios viram motor de ocupação máxima no Santíssimo Resort

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A criação de festivais autorais e experiências imersivas redefine a operação hoteleira em Minas Gerais, garantindo lotação máxima fora da alta temporada e servindo de base para um plano de expansão milionário.

A dependência tradicional dos calendários turísticos municipais dá lugar a uma gestão ativa de atrativos próprios no setor de hospitalidade. Ao estruturar uma grade contínua de grandes atrações culturais e gastronômicas, empreendimentos passam a ditar o fluxo de visitantes e a combater diretamente os períodos de baixa temporada.

O nosso objetivo nunca foi apenas realizar shows. Percebemos que, quando criamos um calendário consistente de atrações, passamos a oferecer novos motivos para que as famílias escolhessem Tiradentes em diferentes períodos do ano.

Festivais próprios viram motor de ocupação máxima no Santíssimo Resort
Foto: Divulgação

O festival como âncora de fluxo regional

O Santíssimo Resort, localizado na histórica Tiradentes, estruturou o projeto Planeta Tiradentes como pilar central dessa mudança mercadológica. O festival, produzido pelo empresário Ítalo Carvalho, reúne uma média de 4 mil pessoas por edição e já contou com apresentações de Paula Toller, Chitãozinho & Xororó, Bruno e Marrone, Ana Carolina, Maria Rita e Guilherme Arantes.

O calendário musical segue com apresentações confirmadas de Ney Matogrosso em 24 de outubro, além de Roupa Nova e Blitz na data de 7 de novembro. Além do palco musical, o espaço sedia iniciativas gastronômicas estruturadas em parcerias, como o Caminhos de Fogo, capitaneado pelo empresário Guilherme Rodrigues Macedo.

Festivais próprios viram motor de ocupação máxima no Santíssimo Resort
Foto: Divulgação

Impacto econômico para além dos leitos

A mobilização de atrações autorais altera sensivelmente os indicadores de desempenho da operação e da economia regional:

Exportação do conceito para o mercado paulista

Segundo o diretor-geral Lúcio Barbosa, a movimentação transborda a barreira da hospedagem, ativando restaurantes, comércio e guias locais. A mecânica de gerar demanda continuada embasa agora a implantação da nova unidade da rede em Santo Antônio de Posse, no interior de São Paulo, orçada em R$ 100 milhões de investimento.

A planta paulista não reproduzirá apenas elementos arquitetônicos, mas adotará a grade viva de hospitalidade e entretenimento permanente como espinha dorsal da gestão.


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