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Gig tripping: quando o show vira roteiro de viagem

Gig tripping: quando o show vira roteiro de viagem

Fãs que cruzam cidades e países para ver seus ídolos movimentam hospedagem, serviços e o turismo local — e exigem um planejamento cada vez mais sério.

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Ir ao show e voltar para casa na mesma noite já não é regra — é exceção. Cada vez mais, fãs transformam apresentações musicais em roteiros estruturados de viagem, com passagens aéreas reservadas com antecedência, hospedagem garantida, passeios planejados e dias inteiros dedicados a explorar a cidade que recebe o evento. No turismo, esse comportamento já tem nome: gig tripping.

Não se trata apenas de assistir ao espetáculo. O objetivo é viver tudo o que cerca o show — desde a chegada à cidade até a última noite antes do retorno. Pontos turísticos, restaurantes, comércio local: a apresentação funciona como ponto de partida para uma experiência muito mais ampla.

Um mercado em movimento

“A jornada para ver o ídolo se torna tão interessante quanto estar no show. O fã transforma o evento em uma experiência completa, que começa muito antes da apresentação”, afirma Hugo Reichenbach, sócio e diretor de operações da Real Seguro Viagem.

O impacto econômico é concreto. O Brasil deve receber cerca de 10 milhões de turistas estrangeiros em 2026, segundo a Embratur — e grandes shows internacionais têm papel direto nesse número. As turnês funcionam como catalisadores de deslocamento, atraindo públicos dispostos a viajar para viver experiências completas.

Um dos exemplos mais aguardados do ano é o retorno do BTS aos palcos. O grupo sul-coreano anunciou três apresentações em São Paulo em outubro de 2026 — o suficiente para mobilizar fãs de diferentes regiões do país e de outros países.

O novo comportamento dos fãs mostra que viajar deixou de ser apenas deslocamento e passou a movimentar hospedagem, serviços e atividades nas cidades — abrindo novas oportunidades para o turismo.

Hugo Reichenbach, diretor de operações da Real Seguro Viagem

Planejamento exige proteção

Quanto mais estruturada a viagem, maior o risco financeiro em caso de imprevisto. É nesse ponto que o seguro-viagem deixa de ser opcional e passa a ser parte do planejamento. “O seguro-viagem funciona como uma camada de proteção financeira e operacional da jornada. Na prática, reduz o impacto de imprevistos que podem comprometer toda a experiência — desde a impossibilidade de embarque até a perda do evento”, explica Reichenbach.

Os planos disponíveis no mercado oferecem coberturas variadas, pensadas justamente para esse perfil de viajante:

A Real Seguro Viagem é uma comparadora brasileira especializada em seguro-viagem que permite ao consumidor escolher o plano mais adequado ao seu perfil, destino e duração da viagem, com suporte em português antes, durante e após o embarque.


Serviço


Gig tripping: quando o show vira roteiro de viagem
Foto: Divulgação
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