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Multipropriedade reduz gastos com casa de praia e divide despesas

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A divisão de custos fixos e a gestão profissional transformam a multipropriedade imobiliária em uma rota acessível para quem busca garantir períodos fixos de lazer sem arcar sozinho com um imóvel fechado.

Manter uma segunda residência para viagens de temporada envolve um cálculo que ultrapassa o valor de compra. Condomínio, tributos, reparos estruturais e limpeza continuam pesando no orçamento mensal, mesmo com o imóvel desocupado na maior parte dos meses. Para evitar despesas integrais sobre um patrimônio pouco utilizado, viajantes recorrem à compra por frações de tempo.

A multipropriedade deve ser entendida como um produto voltado ao lazer, e não como uma aplicação financeira.

Regulamentada no Brasil pela Lei nº 13.777/2018, a modalidade estabelece que múltiplos compradores adquiram cotas de uma mesma propriedade, assegurando o direito de uso por períodos determinados em contrato. Diferente do pagamento avulso de diárias em hotéis, o comprador torna-se coproprietário da unidade em resorts e residências turísticas.

O formato reduz o aporte inicial de entrada e fraciona as contas operacionais. No litoral alagoano, a MME Vacation Club administra operações tanto no sistema de cotas imobiliárias quanto no modelo de direito de uso. A empresa desenvolve na região o Ipioca Mar Resort, em fase de comercialização e com entrega prevista para 2030.

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Foto: Divulgação

Rateio de manutenção e previsibilidade no calendário

A administração profissional centralizada elimina a necessidade de coordenar reformas, contratar vistorias ou preparar a casa à distância. Em empreendimentos como o Ipioca Beach Residence, a operadora assume a conservação, a rouparia e a infraestrutura dos apartamentos, permitindo que o titular apenas chegue para usufruir.

A segurança de um calendário pré-definido atrai famílias com rotinas de viagem consolidadas durante a alta temporada. Em contrapartida à flexibilidade de aluguéis esporádicos, o titular garante datas em períodos concorridos sem sofrer com a inflação súbita de tarifas hoteleiras na região litorânea.

Além das praias alagoanas, projetos da rede integram o sistema da RCI (Resort Condominiums International), viabilizando o intercâmbio de semanas contratadas por estadias em empreendimentos internacionais parceiros, sob critérios de disponibilidade.

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Critérios e limites antes da assinatura

O investimento demanda cautela em relação às despesas perenes. Taxas condominiais, fundos de reserva e tributos permanecem ativos independentemente do uso das diárias. Por essa razão, a aquisição é desaconselhada para quem procura rendimento puramente financeiro, planeja viagens de última hora ou prefere mudar de roteiro anualmente.

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