
Do platinado de Miranda Priestly ao skinimalism corporativo: especialista revela como o clássico de 2006 ainda molda escolhas de beleza em 2026.
Quase vinte anos após sua estreia, O Diabo Veste Prada ainda dita o que é elegante, poderoso e sofisticado.
E com as expectativas em torno de uma continuação aquecendo o debate, a estética do filme voltou ao centro das conversas sobre beleza e autoconfiança.
A especialista Luzia Costa, CEO da Sóbrancelhas, maior rede de estética facial da América Latina, listou cinco lições de beleza que o clássico ainda tem a ensinar.
Da transformação de Andy Sachs ao platinado icônico de Miranda Priestly, cada detalhe carrega uma mensagem: a imagem é uma ferramenta de posicionamento, não de vaidade.
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