
No Letralogia, Maurício Mendes debate negritude e masculinidade a partir de seu romance e provoca reflexão sobre identidade e afeto
Como a negritude e a masculinidade moldam a vida de um homem?
Essa é a pergunta que guia o encontro com o escritor Maurício Mendes no Clube de Leitura Letralogia, no dia 27 de maio, às 19h30.
Autor de “O homem não foi feito para ser feliz”, Mendes propõe uma conversa direta sobre as tensões entre identidade, afeto e sociedade a partir de um romance narrado por um protagonista marcado por contradições e inquietações.
Médico nuclear e escritor, ele constrói uma narrativa fragmentada e intensa para explorar racismo, misoginia, solidão e o peso das expectativas sociais.
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