
Em "A maldição da mandioca", Thaís Vieira de Souza usa ficção científica para dissecar séculos de imediatismo econômico e propor um novo futuro para o Brasil.
E se um viajante do futuro pudesse revelar por que o Brasil nunca alcança seu potencial?
É essa a proposta de "A maldição da mandioca", ficção econômica da autora Thaís Vieira de Souza.
Na trama, Max é um jovem do ano de 3050 que retorna ao passado para pesquisar a formação do Brasil, percorrendo momentos como a chegada dos portugueses, a corrida do ouro, a Proclamação da Independência, a era Vargas e o regime militar.
Ao longo dessa jornada, o protagonista identifica um padrão que se repete há séculos: uma cultura imediatista que compromete o planejamento de longo prazo e alimenta ciclos de crescimento e estagnação.
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