
Com mais de 200 peças vendidas na primeira semana, a Baila Brasil desafia a camisa da CBF e transforma o Mundial de 2026 em manifesto de estilo independente.
Enquanto o debate em torno da camisa oficial da CBF domina as redes, a banda paulistana Samuca e a Selva entrou em campo com uma resposta própria: a Baila Brasil, coleção cápsula de três peças autorais para quem quer torcer na Copa 2026 sem abrir mão de identidade e estilo.
O lançamento, feito em 6 de maio no perfil @samucaeaselva, já superou 200 unidades vendidas na primeira semana, números expressivos para um produto independente sem patrocínio corporativo.
A coleção reúne a Camisa Baila Ombro e Pélvis Solta, com listras tricolores e o número 11 em homenagem aos 11 anos da banda; a Camisa Correrias, paródia afetiva da polo dos Correios em azul e amarelo; e a Jaqueta Baila, Mas Baila com Classe, em helanca de risca de giz inspirada nas jaquetas esportivas dos anos 1970, pensada para o inverno do Mundial.
As peças são assinadas por Victor Fão, trombonista responsável pelo desenho e modelagem, e por Samuel Samuca, vocalista que assina conceito, pesquisa e nomenclatura.
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