Em meio à crescente projeção de Endrick no futebol mundial, Gaby Miranda decidiu mostrar o que acontece longe das câmeras — e surpreendeu ao abordar, com franqueza, a dinâmica de confiança no relacionamento com o atacante da Seleção Brasileira.
Durante participação no podcast Elas que Também Jogam, comandado por Karla Felmanas, a influenciadora revelou que tem acesso ao Instagram do jogador em seu próprio celular. Apesar disso, fez questão de reforçar que o ponto central da relação não é controle, mas confiança.
Confiança acima de tudo
Ao falar sobre ciúmes, Gaby foi direta ao afirmar que não se considera uma pessoa possessiva. Segundo ela, o comportamento dentro da relação está muito mais ligado às atitudes individuais do que à vigilância constante.
“Eu tenho zero ciúmes, nem ligo. Ele teve outras meninas, eu nem ligo. Mas tudo tem limite. Acho que existe mulher de todo jeito por aí, depende muito mais dele, se ele der moral. Eu tenho o Instagram dele no celular, mas não acompanho. Não chegam mensagens para ele, acho que ele tira algumas opções para que isso não aconteça.”
A declaração joga luz sobre um aspecto pouco discutido em relações expostas publicamente: o equilíbrio entre privacidade e transparência. No caso do casal, a escolha parece ser baseada em acordos claros, mas sem transformar isso em vigilância constante.
Vida longe dos holofotes
Grávida de seis meses, Gaby também abordou o papel que desempenha na rotina de Endrick fora dos gramados. Em um cenário marcado por pressão, críticas e expectativas, ela destacou a importância de separar desempenho profissional da identidade pessoal.
“Eu acho que derrota, crítica, momento ruim… nada define ele como pessoa. Foi o que eu sempre falei pra ele. Isso não te define. Ele passou muito tempo indo no banco e eu sempre falava pra não entender isso como uma definição.”
Mais do que apoio emocional, Gaby descreve uma tentativa consciente de transformar o ambiente doméstico em um espaço de equilíbrio — algo essencial para atletas que convivem diariamente com avaliações públicas e instabilidade de resultados.
A casa como refúgio
Na visão da influenciadora, o lar precisa funcionar como um contraponto à pressão externa. Em vez de ampliar cobranças, o ambiente familiar deve oferecer estabilidade e acolhimento.
“Eu tento fazer com que a nossa casa seja o lugar onde ele possa simplesmente ser ele. Não quero que a casa seja mais um peso. Quero que seja o lugar mais tranquilo da vida dele.”
Esse posicionamento revela uma compreensão clara do impacto psicológico da carreira esportiva, especialmente em um momento em que Endrick vive intensa exposição dentro e fora de campo.
Dificuldades que fortalecem
Gaby também falou sobre os desafios enfrentados ao longo da trajetória do casal, destacando que os momentos difíceis tiveram papel importante no amadurecimento da relação e na forma como o jogador lida com adversidades.
“Às vezes tem problemas, na família ou entre nós mesmos. Acredito muito que Deus faz a gente passar por algumas provas para fortalecer e fazer crescer. E eu vejo que muitos dos momentos difíceis que a gente enfrentou acabaram fazendo ele ser dez vezes mais forte hoje.”
A fala reforça uma narrativa recorrente entre atletas de alto rendimento: a de que a estabilidade emocional fora de campo pode ser determinante para a performance profissional.
O episódio completo está disponível no YouTube no canal @karlacimed, com cortes também publicados nas redes sociais da apresentadora.
Serviço
- Podcast: Elas que Também Jogam
- Apresentação: Karla Felmanas (@karlacimed)
- Onde assistir: YouTube e redes sociais (TikTok e Instagram) de @karlacimed

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