- Evento: Lançamento do bloco Afro Alabasé
- Curso: Percussão
- Curso: Dança
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Evento gratuito na Lapa lança Afro Alabasé com ritmo autoral, aulas e homenagem a Olodum e Michael Jackson
A cena cultural do Rio ganha um novo capítulo com o lançamento do Afro Alabasé, bloco afro-brasileiro que estreia no dia 26 de abril, na Lapa. Gratuito, o evento ocupa a Rua Riachuelo das 13h às 18h com aulas abertas, apresentação musical e uma proposta que une formação artística e identidade cultural.
Criado pelo coletivo CRiA, o bloco nasce de uma construção de mais de uma década. A iniciativa busca fortalecer a cultura afro-brasileira por meio da arte, promovendo trocas entre Brasil e África e ampliando o acesso a práticas culturais.
Ritmo inédito e homenagem histórica
Um dos pontos centrais do lançamento do Afro Alabasé é a apresentação de um ritmo percussivo autoral. A criação, mantida em segredo até o evento, promete trazer uma nova identidade sonora ao bloco.
“Quando percebemos, já tínhamos criado uma célula rítmica completamente nova. Não vou dar muitos spoilers, mas podem esperar um balanço bem único!”, afirma Gabriel Glória.
Além disso, o público acompanhará uma homenagem ao encontro entre Olodum e Michael Jackson, que completa 30 anos em 2026. A celebração resgata a força simbólica desse marco na música mundial.
Formação cultural e acesso gratuito
Durante o evento, serão realizadas aulas abertas de percussão afro-brasileira e da Dança de Reis e Rainhas. Para participar, é necessário se inscrever previamente. A proposta é oferecer uma experiência imersiva e acessível ao público.
Quem desejar continuar poderá ingressar nos cursos regulares, com início em maio. As aulas acontecem semanalmente e são conduzidas por mestres e professores com atuação reconhecida na cena cultural.
CRiA: arte como transformação social
O CRiA – Conexão de Ritmo e Arte é o motor por trás do bloco. O coletivo reúne músicos e arte-educadores que atuam principalmente em territórios periféricos, promovendo inclusão e circulação cultural.
Projetos como o Conexão Percussiva e iniciativas em comunidades como Manguinhos e Duque de Caxias mostram o alcance do grupo. A proposta é clara: democratizar o acesso à arte e fortalecer redes culturais.
“Nossa ideia é sermos um movimento vivo de circulação cultural que conecta territórios e reafirma a cultura afro-brasileira como ferramenta de transformação”, destaca Gabriel Glória.
Serviço


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