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Orquestra Sinfônica da UFRJ reúne clássicos na Sala Cecília Meireles

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A força da música de concerto ganha o palco com um encontro que une formações orquestrais, coro e grandes solistas para revisitar marcos do Classicismo e do Romantismo europeu.

O palco da Sala Cecília Meireles recebe a Orquestra Sinfônica da UFRJ no dia 11 de setembro, sexta-feira, às 19h, como parte da tradicional série Sala Orquestras. Conduzida pelo regente Ramon Theobald, a apresentação passeia pela produção sinfônica de Franz Schubert, Wolfgang Amadeus Mozart e Ludwig van Beethoven, integrando docentes, estudantes e músicos convidados da Escola de Música da UFRJ.

O programa coloca em diálogo a prática sinfônica, o piano, o canto solista e a música coral em uma imersão pelo repertório dos séculos XVIII e XIX.

Orquestra Sinfônica da UFRJ reúne clássicos na Sala Cecília Meireles
Foto: Divulgação

Obras de Schubert e Mozart abrem a noite

O repertório começa com o Entreato III de Rosamunda, composto por Franz Schubert em 1823 como música incidental para a produção teatral Rosamunda, Princesa da Boêmia. A composição é reconhecida pelo lirismo expressivo e riqueza harmônica característicos do compositor austríaco.

Em seguida, o solista Carlos Leandro Nascimento da Silva assume a clarineta no Concerto para clarineta em lá maior, K. 622, de Mozart. Criada em 1791, a peça explora toda a extensão sonora do instrumento por meio dos movimentos Allegro, Andante e Presto. Após o intervalo, o concerto retoma Mozart com o Entreato I de Thamos, Rei do Egito, K. 345, concebido para a cena dramática em 1776.

Orquestra Sinfônica da UFRJ reúne clássicos na Sala Cecília Meireles
Foto: Divulgação

Apoteose vocal e pianística com Beethoven

O encerramento reúne dezenas de vozes e instrumentistas na execução da Fantasia Coral, Op. 80, de Ludwig van Beethoven. A obra conta com o pianista Rafael Ruiz, os solistas vocais Luana Nascimento, Julia Riera, Ester Santiago, Luiz Eduardo Barbosa, Marcos Paulo Cassiano e Iago Cirino, além do Brasil Ensemble (sob direção de Maria José Chevitarese) e da Classe de Canto Coral da Escola de Música da UFRJ (sob direção de Juliana Melleiro Rheinboldt).

Composta em 1808, a Fantasia Coral funde elementos de concerto para piano e escrita vocal, partindo de uma abertura instrumental ao piano até culminar na grandiosidade do coro pleno. A Temporada Artística 2026 da casa conta com patrocínio da Petrobras e da State Grid Brazil Holding via Lei Rouanet, marcando o ano em que o icônico prédio histórico da Lapa celebra 130 anos de fundação.

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