O tom azul turquesa recupera o protagonismo nas coleções internacionais de moda e consolida sua força como elemento central na composição de acessórios vibrantes.
Após um período marcado pelo predomínio de tonalidades neutras e sóbrias, a cor emblemática da estética dos anos 2000 reassume posição de destaque. O movimento foi chancelado por marcas de luxo como Prada, Dior, Marc Jacobs, Balenciaga, Chloé e Hermès, que inseriram nuances do azul em suas apresentações para as coleções Resort e Spring 2027.
É aquele tipo de acessório que transforma uma produção sem exigir muito esforço.

Harmonizações visuais e ponto de cor nos detalhes
Para orientar a adaptação da tendência ao dia a dia, Manu Bragança, sócia e diretora criativa da marca carioca TottaAg, indica que o ponto de partida ideal pode ser a escolha dos brincos. Por se tratar de um tom chamativo, a peça consegue valorizar combinações simples, como uma camisa branca, camiseta básica ou um visual monocromático em preto, permitindo também composições com outras cores intensas.
Nos colares, a especialista destaca a fluidez ao criar sobreposições com correntes de variados comprimentos. A união entre a tonalidade turquesa e os metais dourados gera um contraste marcante, no qual a mescla de elementos se sobrepõe ao alinhamento rígido das peças.

Amuletos simbólicos e máxima presença em brincadeiras de sobreposição
Os amuletos e símbolos de proteção ganham maior apelo estético quando trabalhados com o pigmento azul. Pingentes com representações orgânicas e símbolos como o olho grego funcionam de maneira direta em produções descontraídas, acompanhando regatas básicas ou camisas abertas sem a necessidade de arranjos complexos.
A proposta de abundância nas composições de pulseiras e braceletes incentiva a mistura com peças em tons de rosa, vermelho e amarelo, unidas ao acabamento dourado. Já para quem prefere introduzir a tendência de forma gradativa, os anéis atuam como pequenos focos de cor, podendo ser usados isoladamente ou em conjuntos de volumes e tamanhos diversos.










