Em “Crisálida”, Amabbi mistura R&B e rap para traduzir um processo de transformação pessoal e feminina em 13 faixas intensas.
Lançado nesta quinta-feira (12), “Crisálida” é o segundo álbum de estúdio de Amabbi e o mais profundo da carreira da artista. Após os singles “Deu Fuga” e “Old School”, a cantora apresenta um projeto que simboliza a metamorfose da borboleta: não o começo nem o fim, mas o meio do processo.
“O Rap é o casco. O R&B fica dentro da crisálida, que é o sentimental”, explica Amabbi.
O álbum costura referências sonoras e emocionais, equilibrando o impacto cru do rap com a sensibilidade do R&B. Entre os destaques estão as participações de Clara Lima, YOÙN, Freeda, Cynthia Luz, DAY LIMNS, Elana Dara e Clau, além de produções de GvsnoBeat, Modestto e Los Brasileros.
Inspirada por reflexões de podcasts e livros sobre feminilidade e autoconhecimento, Amabbi explora nas letras os sentimentos que se manifestam quando ninguém observa. “Quis muito me aprofundar no que mulheres conversam. É aí onde acontece a transformação”, afirma.
Em “Do Que é Feito o Amor?”, parceria com YOÙN, o R&B aparece em sua forma mais pura. Já “Mili, Mili”, criada com Modestto, traz o peso da ancestralidade e da força feminina, evocando nomes como Negra Li e Dona Ivone Lara. Outras faixas abordam temas como luto, raiva, desilusão e superação emocional.
O conceito visual de “Crisálida” reforça a dualidade do projeto: couro, verde militar e uma estética mais firme contrastam com a leveza simbólica do voo. “Não é sobre estar pronta, é sobre estar em processo”, resume Amabbi. Dedicado às mulheres, o álbum celebra a força de se transformar diante das próprias rachaduras.
Foto: Divulgação

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