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Inverno mantém risco invisível à pele mesmo sem sol

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A falsa sensação de proteção no inverno esconde um risco diário: a radiação ultravioleta continua ativa e acumula danos silenciosos na pele.

Temperaturas mais baixas e menor sensação térmica costumam reduzir o uso de protetor solar. O problema é que a exposição à radiação ultravioleta não desaparece com o frio. Durante o inverno, atividades ao ar livre como trilhas, viagens e passeios continuam sendo comuns — e a pele segue vulnerável.

O maior desafio não é o verão, e sim a falsa sensação de que o inverno protege a pele.

Embora a radiação UVB, associada às queimaduras solares, seja mais intensa no verão, a radiação UVA mantém níveis constantes ao longo do ano. Ela penetra mais profundamente na pele, atravessa nuvens e vidros, e está ligada ao fotoenvelhecimento e ao câncer de pele. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 80% da radiação UV ultrapassa nuvens leves.

Danos que se acumulam sem sinais imediatos

Os efeitos da exposição solar não dependem de queimaduras visíveis. Pequenas doses diárias de radiação se somam ao longo da vida, acelerando o envelhecimento cutâneo e aumentando o risco de doenças.

Um estudo publicado no Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology mostra que a radiação UVA1 e até a luz visível podem alterar o DNA das células da pele, contribuir para manchas e degradar colágeno e elastina — mesmo sem vermelhidão.

Segundo Fernanda Chavez, Head da Área Médica e Comunicação Científica da Pierre Fabre Brasil, esse tipo de exposição é especialmente perigoso por ser imperceptível no dia a dia.

Rotina diária é mais importante que a estação

A recomendação de dermatologistas é manter o uso diário de protetor solar, com reaplicação a cada duas a três horas em caso de exposição prolongada. A proteção deve ser complementada com barreiras físicas, como chapéus, óculos escuros e roupas com proteção UV.

Outro ponto essencial é a escolha de um filtro solar de amplo espectro, capaz de proteger contra UVA e UVB, além de ser compatível com o tipo de pele para garantir uso contínuo.

“Criar o hábito de usar protetor solar diariamente é um investimento na saúde da pele. A constância é mais importante do que a estação do ano, porque a exposição à radiação acontece todos os dias, mesmo quando ela não é perceptível”, reforça a especialista.

Opção para a rotina de proteção

Entre as opções disponíveis, o Darrow Actine One FPS 50, do Darrow Laboratório, oferece proteção contra raios UVA e UVB com textura leve e rápida absorção. O produto foi desenvolvido para a pele brasileira e busca facilitar o uso diário, inclusive em viagens e atividades ao ar livre.

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